Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

casepaga

casepaga

31.08.14

ELES NÃO TÊM VERGONHA...NEM MEDO ! - Governo nomeia gestor dos swaps para fiscalizar contas das empresas públicas


antonio garrochinho

Governo nomeia gestor dos swaps para fiscalizar contas das empresas públicas

Coutinho dos Santos foi nomeado pela secretária de Estado do Tesouro a 18 de Agosto. Esta semana, renunciou por motivos pessoais. Passagem pela direcção financeira da Metro do Porto foi omitida do currículo.
Secretária de Estado do Tesouro assina despacho de nomeação 
O Ministério das Finanças nomeou um dos gestores envolvidos na polémica dos swaps para coordenar a nova entidade que vai fiscalizar as contas das empresas públicas. Mário Coutinho dos Santos foi designado pela secretária de Estado do Tesouro, num despacho em que não consta a sua passagem pela direcção financeira da Metro do Porto, precisamente no período em que foram subscritos contratos considerados especulativos. O responsável apresentou esta semana a renúncia ao cargo, alegando motivos pessoais.A nomeação foi publicada em Diário da República na terça-feira, mas o despacho já foi assinado a 18 de Agosto. No documento, a secretária de Estado do Tesouro designa Coutinho dos Santos para “exercer funções de coordenador da Unidade Técnica de Acompanhamento e de Monitorização do Sector Público Empresarial (UTAM)”, uma entidade que passará a controlar os orçamentos e as contas das empresas do Estado. A designação é feita “sob proposta do director” da UTAM, Fernando Pacheco, ex-secretário de Estado do PS que o Governo nomeou no início de Agosto e que será o responsável máximo desta unidade técnica.
No currículo que surge anexado ao despacho desta semana, é referida a passagem de Coutinho dos Santos pela Metro do Porto, como responsável pelo planeamento (em 2001), do departamento de exploração (entre 2004 e 2006), do desenvolvimento da segunda fase da rede (entre 2007 e 2010) e, finalmente, como administrador delegado dos Transportes Intermodais do Porto (participados pela Metro do Porto, entre 2002 e 2010). No entanto, o facto de ter sido director administrativo e financeiro da empresa, o que o PÚBLICO confirmou junto da Metro do Porto, é omitido.
Contactado na sexta-feira, Coutinho dos Santos começou por negar que tenha exercido estas funções. “A informação da Metro do Porto não é verdadeira”, disse. Explicou, depois, que, apesar de lhe ter sido dado esse cargo, só o assumiu “em part-time”, uma vez que ficou “afecto à segunda fase de expansão da rede” da empresa, a partir de 2007. Sobre a omissão desse dado nas notas curriculares anexadas ao despacho, explicou que enviou “um currículo com 14 páginas ao Ministério das Finanças” e que “foi um funcionário dos serviços que fez a formatação”, embora tenha assumido que a passagem pela direcção financeira nunca constou nesse documento. “O meu local de trabalho nem sequer era na Metro do Porto”, sublinhou.
No entanto, a Metro do Porto é clara em relação a esta questão: “[Coutinho de Santos] foi admitido na Metro do Porto em 1 de Janeiro de 2001, com um contrato de trabalho por tempo indeterminado, com a função de director”. Em meados de 2006, a estrutura interna da empresa sofreu alterações, vertidas num documento interno a que o PÚBLICO teve acesso, e em que são enumerados os novos responsáveis de cada área. Pelo departamento administrativo e financeiro são indicados Coutinho dos Santos e Paulo Braga Lino. Questionada sobre o período de tempo em que exerceu funções de director financeiro, a transportadora respondeu: “De Julho de 2006 a Abril de 2010”. E confirmou que Coutinho dos Santos era o responsável máximo da área, a quem Braga Lino respondia. Braga Lino é o ex-secretário de Estado Defesa que foi  afastado do cargo na sequência da polémica dos swaps e que hoje está de novo na Metro do Porto, mas como director administrativo.
Todos os swaps que estavam activos na Metro do Porto quando a polémica rebentou foram subscritos no período em que Coutinho dos Santos estava à frente do departamento financeiro, à excepção de um (contratado ao BCP em 2003). E, desta carteira de 14 derivados, 13 foram considerados de risco pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. Neste grupo estão incluídos os dois contratos com o Santander que o Governo diz serem altamente especulativos – só um deles acumulava perdas potenciais de 464 milhões de euros em Junho de 2013. Os restantes 12 foram cancelados antecipadamente, tendo o Estado pago 346,8 milhões para os liquidar.  
Coutinho dos Santos garante que não lidou com estes derivados. “Nunca falei com os bancos. Nunca pedi propostas de swaps. A Metro do Porto tinha pessoas com preparação específica nessa área”, assegurou. O PÚBLICO teve acesso a documentos internos, enviados por Coutinho dos Santos e Braga Lino, em que são propostas reestruturações de swaps. Numa dessas notas técnicas, de 1 de Dezembro de 2009, os directores financeiros propõem à administração a reestruturação de um swap do JP Morgan. Regra geral, a negociação com as instituições financeiras nas empresas públicas que subscreveram era feita pelas direcções financeiras, mas cabia à administração dar luz verde aos contratos. Ainda assim, o rolar de cabeças provocado por este caso não poupou antigos directores financeiros que estavam em lugares públicos, como aconteceu com Braga Lino.

31.08.14

ANÃO MAS COM MUITO VENENO LÁ DENTRO ! MARQUES MENDES, UM PIGMEU ALDRABÃO A FAZER "CONCORRÊNCIA" AO BRUXO MARCELO, COZINHANDO E IMPONDO NA OPINIÃO PÚBLICA PRECISAMENTE A POLÍTICA QUE O GOVERNO VEM IMPINGINDO.


antonio garrochinho




ANÃO MAS COM MUITO VENENO LÁ DENTRO !

MARQUES MENDES, UM PIGMEU ALDRABÃO A FAZER "CONCORRÊNCIA" AO BRUXO MARCELO, COZINHANDO E IMPONDO NA OPINIÃO PÚBLICA PRECISAMENTE A POLÍTICA QUE O GOVERNO VEM IMPINGINDO.

PORTAS É AGORA UM HERÓI DOS PO
RTUGUESES PORQUE CONSEGUIU EVITAR O AUMENTO DOS IMPOSTOS !

HÁ QUEM VÁ NESTAS ALDRABICES E HÁ QUEM SE VÁ CANSANDO DE DENUNCIÁ-LAS !

(Sic) Impostos - Marques Mendes entende que Passos tem de agradecer a Portas

Marques Mendes é um "bem-disposto", só que a situação não está para graças. Assim se avalia a pouca conta em que ele e toda a direita têm a inteligência dos portugueses.

"Luís Marques Mendes garantiu no sábado que o CDS-PP foi fundamental ao travar um aumento de impostos ainda este ano. O comentador da SIC referiu que Paulo Portas acabou por evitar assim uma espécie de "sentença de morte" do Governo (...) "Portas impediu subida de impostos ainda este ano e o PSD tem que lhe agradecer".

gotadeagua53.blogspot.pt

31.08.14

Um sistema que produz mais de 1 milhão de pobres ano, não interessa.- O Euro, não podendo funcionar senão numa espiral de empobrecimento para um número muito numeroso de países, está condenado.


antonio garrochinho



O Euro, não podendo funcionar senão numa espiral de empobrecimento para um número muito numeroso de países, está condenado.



 Senhor professor, Foi dos primeiros economistas europeus a destacar os danos produzidos pelo Euro e a pedir o seu fim. Numa das vossas últimas análises escreveu que doravante o fim é inevitável. Na vossa opinião, quanto tempo ainda decorrerá até que isso aconteça e de que país partirá a iniciativa? 
Há que distinguir aqui dois problemas. O primeiro é o da análise da situação económica que o Euro criou e das suas consequências. Vemos a partir de agora, após 13 anos, que o Euro não só não induziu convergências macroeconómicas mas que, ao contrário, exacerbou as divergências. Já o disse várias vezes e, doravante, esta posição tem o consenso dos economistas. Também vemos que o Euro é um enorme travão ao crescimento para a maioria dos países que o adoptaram, salvo, naturalmente, a Alemanha.


Vemos finalmente que o Euro agrava os défices, tanto internos como externos, e que ele conduz a um endividamento sempre maior dos países que entraram na União Económica e Monetária. Tudo isto está copiosamente documentado por numerosos autores. 
Deduzo que o Euro, não podendo funcionar senão numa espiral de empobrecimento para um número muito numeroso de países, está condenado. Mas, aqui, temos um segundo problema, o das condições que porão fim ao Euro. Estas condições podem ser uma crise catastrófica que nasce no mercado obrigacionista. 
No momento, deste ponto de vista, a situação está estabilizada pelo Banco Central Europeu. Mas a credibilidade deste último tem muito a ver com o facto de que não está testada. Um dia destes os mercados vão testar a resolução do BCE e, neste dia, o sr. Mario Draghi vai-se encontrar muito desamparado. Estas condições também podem provir das tensões políticas crescentes que o Euro provoca tanto entre os países membros da UEM como no seio destes países em que as forças anti-europeias hoje ganham dimensão. Elas podem a qualquer momento confrontar os actores políticos com a necessidade de dissolver a zona Euro ou de deixar o Euro.
Pessoalmente, super-estimei a rapidez das evoluções financeiras, com base no que havíamos experimentado em 2008-2009. Mas isto em nada muda a análise de fundo.


2. No vosso blog tem feito alusão a um possível retorno ao SME após uma eventual dissolução da zona Euro. Qual é, na vossa opinião, a melhor estratégia para sair do Euro para os países da Europa meridional? 
Um retorno ao SME implica que cada país recupere sua moeda nacional. A questão da estratégia é central aqui. Os países da Europa do Sul tem a opção entre tomar uma decisão de saída isoladamente ou pedir a dissolução da zona Euro. Se alguns países, como a Itália, a França e a Espanha, dissessem num conselho ECOFIN que estão prontos a deixar o Euro mas que seria melhor dissolvê-lo, tendo em conta o apego dos alemães ao Deutsch Mark, a solução da dissolução seria aceite rapidamente. Ela seria de longe a melhor pois sendo tomada de maneira colectiva apareceria como uma decisão "europeia". 
O fim da UEM não implicaria o fim da União Europeia nem o de uma cooperação sobre as questões monetárias entre os países afectados. Entretanto, esta solução é também a menos provável no momento actual. Uma saída isolada de um país é hoje a solução mais provável. Ela implicará a prazo (6 meses provavelmente) a explosão da zona Euro. Mas o contexto político será bem mais conflituoso.

3. Qual é, na vossa opinião, a parte de responsabilidade dos partidos socialistas europeus na crise actual e quais forças políticas considera capazes de efectuar uma mudança? 

A responsabilidade dos partidos socialistas europeus é esmagadora. Em primeiro lugar, ela é directa: estes partidos capitularam sem condições diante das exigências da finança e do capital; eles impuseram políticas austeritárias incríveis a suas populações e arcam por isso com uma grande responsabilidade na estagnação económica que experimentamos. Mas há também uma responsabilidade indirecta. Ao pretenderem que não há outras soluções senão a austeridade, e proclamando o "dogma" do Euro, ao agitar catástrofes hipotéticas no caso de uma "saída" do Euro estes partidos socialistas construíram um discurso político que bloqueia a situação e que faz parte integrante da crise. Eis porque não poderá haver saída da crise senão pela destruição destes partidos, sua explosão, e recomposições políticas importantes. Estamos em vias de assistir a isso em França e na Grécia.
Hoje, é preciso unir as forças tanto de esquerda como de direita que compreenderam o perigo que representa o Euro, não num só partido mas numa aliança que será capaz de avançar com uma política de ruptura.
4. Considera a França como um país da Europa meridional ou da Europa do Norte? Em função da sua posição, quais são os riscos em que o vosso país incorrerá em 2014? 
Muito claramente, para mim, a França é um país da Europa Meridional. Ela o é se se examinam as características tanto estruturais como conjunturais da economia e se se as compararem àquelas, por exemplo, da economia italiana. A França também culturalmente está bem mais próxima da Europa meridional do que da Europa do Norte. Por isso, ela é a mais exposta às consequências conjugadas das políticas de austeridade adoptadas na Itália e na Espanha. Enquanto estes três países permanecerem na zona Euro estão condenados a estarem numa concorrência feroz uns contra os outros. Em contrapartida, a partir do momento em que tiverem recuperado suas moedas nacionais, poderão reencontrar margens de manobra importantes.

5. Para concluir: como julga as vicissitudes da política italiana desde Novembro de 2011, quando Mario Monti começou a impor as medidas de austeridade da Europa? 
A política de Mario Monti consistiu em procurar obter resultados a muito curto prazo sem se preocupar com o longo prazo. Ele bloqueou os pagamentos que o Estado devia às empresas, deixou o crédito afundar-se e o investimento contrair-se, o que condena a médio prazo a economia italiana. Isto é o contrário de uma política de "perito". A reputação de "especialista" que ele se construiu é perfeitamente ilegítima. Ele conduziu-se como um destes políticos de baixo nível cujo nome
desapareceu nos caixotes de lixo da história.

 por Jacques Sapir
O original encontra-se no blog italiano l'Antidiplomatico e a versão em francês em http://russeurope.hypotheses.

apodrecetuga.blogspot.pt

31.08.14

ESTADO PAGA 1080 EUROS POR UM ALMOÇO DE ADVOGADOS - A ocasião em que o embaixador Pedro Catarino percebeu que não há almoços grátis


antonio garrochinho



A ocasião em que o embaixador Pedro Catarino percebeu que não há almoços grátis

O ex-Presidente da Comissão Permanente de Contrapartidas invocou “quebra de confiança” para cessar o contrato que aquele departamento mantinha com o escritório de advogados Sérvulo Correia & Associados. A razão: duas contestadas facturas de honorários
Os honorários dos advogados levaram presidente da Comissão de Contrapartidas a quebrar contrato 
No dia 4 de Outubro de 2007, o embaixador Pedro Catarino sentou-se à mesa para um almoço, para o qual tinha sido convidado pelo seu velho conhecido, o advogado Bernardo Ayala, sócio da Sérvulo Correia & Associados. Foram duas horas de “amena cavaqueira”, na descrição do embaixador, que contaram com a presença de duas advogadas daquele escritório, Lisa Pinto Ferreira e Mafalda Ferreira.Catarino presidia, desde Janeiro daquele ano, à Comissão Permanente das Contrapartidas (CPC), a estrutura estatal criada no âmbito dos ministérios da Defesa e da Economia, para acompanhar o desenvolvimento dos contratos que prometiam injectar várias centenas de milhões de euros, e resultavam de negociações entre os Estado e os vendedores de veículos e armamento para as Forças Armadas.
Bernardo Ayala e a suas colegas eram parte da equipa da sociedade de advogados que prestava assessoria à CPC desde 2003, quando começaram as contrapartidas a sério: no ano seguinte seria assinado o contrato dos submarinos, que previa o investimento de cerca de mil milhões de euros na economia nacional. Ayala fora, nessa altura, um dos principais arquitectos dos contratos, trabalhando com o Ministério da Defesa chefiado por Paulo Portas.
Dois meses depois do almoço, veio uma conta. A Sérvulo Correia & Associados enviou, como era prática corrente, as facturas do trimestre, para a entidade que pagava os gastos da CPC, a direcção-geral do Armamento e Equipamentos da Defesa (DGAED). Em Dezembro de 2007, Catarino foi chamado à direcção-geral para conferir. E não ia disposto a assinar de cruz.
No meio de “centenas de horas” de trabalho cobradas pela sociedade de advogados estava uma factura de “duas horas” vezes “três juristas”, com um valor de “1080 euros + IVA”. A data: 4/10/2007. Era a conta do almoço.
Da reacção imediata de Pedro Catarino não há registo. Mas uma carta do embaixador, de 9 de Janeiro de 2008, endereçada ao DGAED, Almirante Viegas Filipe, sintetiza o que o presidente da CPC pensava sobre aquela factura: “Um abuso e deontologicamente reprovável que a Sérvulo Correia venha pedir honorários pelas duas horas que os três juristas passaram comigo em amena cavaqueira.”
O Estado recusou pagar aqueles “1080 euros + IVA”, e disso deu nota ao escritório de advogados. A Sérvulo Correia & Associados reconheceu o “erro”. E fê-lo por carta. O problema é que a missiva enviada também tinha um preço: “quarenta e cinco minutos” de honorários pela sua escrita. O que deixou Pedro Catarino exasperado. Desta vez, o embaixador escreveu ao próprio ministro, Nuno Severiano Teixeira, dando conta de que cessara o contrato com a sociedade de advogados. Da substituição da Sérvulo Correia pelo Departamento Jurídico do MDN, no seu entender, “resulta uma considerável poupança para o orçamento do MDN e erário público”.
Este episódio tinha ficado encerrado, em Junho de 2008, com uma nova carta, de Catarino para o secretário-geral do Ministério da Defesa, pedindo uma lista detalhada com “os montantes despendidos com Sérvulo Correia por serviços prestados à CPC entre 2003 e 2008”.
E se hoje este caso é contado, pela primeira vez, no PÚBLICO, é porque causou alguma curiosidade nos deputados que integram a comissão de inquérito às contrapartidas militares. Há cerca de um mês, depondo na comissão de inquérito, Pedro Catarino revelou aos deputados que a CPC vivia na dependência de “escritórios de advogados”, que “tinham os arquivos, escreviam as actas, passavam as cartas para inglês.” Nessa ocasião, Catarino revelou que resolveu terminar o contrato com a Sérvulo Correia por “quebra de confiança”. Mas pediu aos deputados para que não o obrigassem a detalhar as razões, indicando que o fizera por carta para os responsáveis da Defesa da altura.
A Comissão, a pedido de João Semedo do Bloco de Esquerda, solicitou à Direcção-Geral das Actividades Económicas (que guarda o espólio da extinta CPC) essas cartas. Que chegaram há poucos dias a São Bento e já motivaram algumas reacções, quer do deputado José Magalhães, do PS, quer do próprio Presidente da comissão, Telmo Correia.
O PÚBLICO contactou Bernardo Ayala que, prontamente, pediu à Ordem dos Advogados que o libertasse do “dever de sigilo profissional” para comentar este caso, que protagonizou em 2007. Ayala confirma parte da história. E disponibilizou uma carta que enviou ao embaixador Pedro Catarino, no dia 10 de Janeiro de 2008. Aí, o advogado assume: “Tratou-se de um convite pessoal e, muito embora a conversa tenha tido cunho profissional, os interesses em causa eram sobretudo da Sérvulo Correia & Associados.”

31.08.14

Lugares incríveis que não parecem reais!


antonio garrochinho

Lugares incríveis que não parecem reais!

Campos de tulipa, Holanda

O bolbo dessa flor já vagueou na Pérsia, na China e na Turquia, até que um cientista holandês o levou para o pequeno país europeu, onde a tulipa logo apreciou o clima e o solo, e se tornou um símbolo nacional. Encontrada por toda a Holanda, sete milhões de tulipas florescem anualmente em Keukenhof, o maior parque floral do mundo, bem como nos campos de tulipas de Bollenstreek, que atraem centenas de milhares de amantes da flor.

Salar de Uyuni: um dos maiores espelhos do mundo, Bolívia
O Salar de Uyuni é a maior planície salgada do mundo, localizada no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a 3.650 metros de altitude. Estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal, das quais menos de 25.000 são extraídas anualmente. Além da extração de sal, o Salar também é um importante destino turístico.

Parque de Flores Hitachi Seaside Park, Japão
Não tem como não se encantar com a beleza do Hitachi Seaside Park, um parque de flores localizado na cidade de Hitachinaka, no Japão. Ele é muito procurado pelos turistas durante o ano todo, pois a cada estação seu cenário se modifica completamente, trazendo a beleza das suas flores sazonais.

Cavernas de gelo Mendenhall, Alasca (EUA)
O glaciar Mendenhall tem cerca de 19 km de comprimento e está localizado no Vale de Mendenhall, a cerca de 19 km do centro de Juneau, na região sudeste do Alasca. Uma das atrações mais impressionantes do glaciar é sua caverna de gelo extremamente azul – a combinação das fantásticas paredes de gelo com a luz solar proporciona a visão incrível.

Praia Vermelha, Panjin, China

A praia vermelha da cidade de Panjin é um espetáculo natural que acontece anualmente. Uma alga encontrada em abundância nas águas daquela região começa a crescer entre abril e maio, permanecendo verde durante todo o verão. Com a chegada do outono, a alga começa a morrer e ficar completamente vermelha, completando o seu ciclo e transformando totalmente a paisagem costeira.

Floresta de bambu, Japão

Sagano Bamboo Forest é uma linda floresta de bambu que cobre uma área de aproximadamente 16 km², localizada em Arashiyama, a 30 minutos de Kyoto, no Japão. O lugar encanta não só pela sua beleza natural, mas pelos sons produzidos pelo vento soprando por entre as árvores de bambu.

Túnel Cherry Blossom, Alemanha

O túnel Cherry Blossom (Heerstrabe) está localizado na cidade alemã de Bonn. É uma rua tranquila sobre a qual se formou uma passagem feita com uma série de belas árvores de flores de cerejeira. O momento perfeito para visitá-lo é, obviamente, na primavera alemã.

Túnel Wisteria, Japão

A cascata de flores roxas parece ter saído de um sonho ou uma pintura, mas é real e pode ser apreciada pelos visitantes do Kawachi Fuji Gardens, um jardim em Kitakyushu, no Japão. As plantas formam um túnel que impressiona pela densidade e pela mistura dos tons de verde e de lilás.

Floresta Negra, Alemanha

A Floresta Negra é uma cordilheira do sudoeste da Alemanha, no estado de Baden-Württemberg. Região bastante irrigada, a Floresta Negra é atravessada pela linha divisória de águas entre o oceano Atlântico e o Mar Negro.

Campos de chá, China

Essa foto mostra a cultura de chá verde na China. É uma paisagem incrível.

Montanhas Tianzi, China

Essa montanha está localizada em Zhangjiajie, na província chinesa de Hunan, perto do Vale Suoxi. É nomeada em homenagem ao agricultor Xiang Dakun da etnia Tujia, que liderou uma revolta entre os fazendeiros locais. “Tianzi” significa “filho do céu” e é o epíteto tradicional do imperador chinês.

Caverna Hang Son Doong, Vietnam

Essa caverna é a maior do mundo. A passagem subterrânea é tão grande que seu fim ainda não foi encontrado. Hang Son Doong faz parte de uma galeria de 150 cavernas no Parque Nacional Phong Nha-Ke Bang, a cerca de 500 quilômetros da capital, Hanoi. Expedições mostram que o espaço tem pelo menos 4,5 quilômetros e chega a 140 metros de altura em algumas partes.

Parque Takinoue, Japão

Takinoue Park é um parque japonês famoso por suas flores pequenas rosas e roxas que se espalham por 100.000 m² A melhor época para visitá-lo é do meio de maio ao começo de junho. O festival “Pink Moss Festival” acontece todo ano em maio, quando as flores estão na sua mais bela coloração.

Cânion Antelope, EUA

Esse cânion é um dos mais estreitos e visitados do sudoeste americano. Localizado nas terras da nação Navajo, no Arizona (EUA), o Antelope Canyon consiste em duas formações separadas, referidas individualmente como Upper Antelope Canyon (Antelope Canyon Superior) e Lower Antelope Canyon (Antelope Canyon Inferior).

Lago Hillier, Austrália

O lago Hillier fica em Middle Island, o maior do conjunto de ilhas e ilhotas que compõem o arquipélago de Recherche, na Austrália. Ninguém sabe ao certo porque ele tem essa coloração rosa, mas sabe-se que é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida em um recipiente.

Lago Retba, Senegal

Outro lago rosa. Dessa vez, os cientistas pensam que a coloração é resultado de altos níveis de sal na água. Em algumas áreas, a concentração de sal chega a 40%. Senegaleses navegam diariamente no Retba para coletar o mineral, que depois fica amontoado nas margens do lago. Assim como no Mar Morto, é bem fácil flutuar no lago, por causa da alta concentração salina.

Campos de lavanda, Reino Unido e França

Campos de lavanda é um gênero de 39 espécies de plantas com flores da família das mentas, Lamiaceae. Muitos membros do gênero são cultivados extensamente em climas temperados como plantas ornamentais para jardim e uso da paisagem, e também comercialmente para a extração de óleos essenciais. Destino popular para qualquer tipo de fotógrafo, os vastos campos de florezinhas roxas podem fazer algumas paisagens deslumbrantes.

Campo de flores canolas, China

Em toda primavera surge um oceano de flores amarelas no condado de Luoping, uma área pouco desenvolvida a leste da Província de Yunnan, na China. São canolas, usadas para a produção de óleo para humanos, animais e biocombustível.

Parque Geológico Zhangye Danxia, China

Elas parecem ter sido pintadas à mão, mas são obra de milhões de anos de ação geológica: as montanhas multicoloridas do Parque Geológico Zhangye Danxia chamam a atenção dos turistas cada vez mais numerosos que vão até a província de Gansu, no norte da China. Esse tipo de geomorfologia única, encontrada apenas na China, consiste em formações de arenito e outros depósitos minerais que foram se acumulando por mais de 24 milhões de anos. 

Monte Roraima, América do Sul

Monte Roraima é o monte mais alto das montanhas Pacaraima. Ele fica na fronteira entre Venezuela, Brasil e Guiana. Este monte faz parte do Parque Nacional Canaima, na Venezuela, um Patrimônio Mundial da UNESCO. O ambiente é protegido pelo parque no território venezuelano, e pelo Parque Nacional do Monte Roraima em território brasileiro.

Tunnel of Love, Ucrânia

O “Túnel do Amor” fica em Kevlan, na Ucrânia. Lá, um trecho desativado de uma linha de trem se transformou em um túnel cercado pela vegetação e embalado em clima poético. O lugarzinho mágico, de uma comunidade onde vivem oito mil pessoas, é considerado um dos mais românticos do mundo, com apenas 3 quilômetros de extensão.

www.owbilly.com