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03.01.15

TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL EM MARCHA À RÉ - Não há justiça social sem dignidade humana em ação, concretizada todos os dias na vida concreta de cada cidadão, das famílias, do coletivo da sociedade.


antonio garrochinho

Trabalho e Segurança Social em marcha à ré

Carvalho da Silva
O trabalho e os seus direitos são parte indispensável de um processo de desenvolvimento económico e político numa sociedade democrática. Não há justiça social sem dignidade humana em ação, concretizada todos os dias na vida concreta de cada cidadão, das famílias, do coletivo da sociedade. Por outro lado, um sistema de proteção social moderno e justo não é exequível sem emprego digno e sem um sistema público, universal e solidário de Segurança Social, cuja existência depende, inexoravelmente, do emprego e da valorização que se dá ao trabalho.
Há duas semanas, neste espaço, deixei tópicos pontuais entretanto já mais conhecidos, sobre o ataque (ardiloso e cobarde) que está em curso ao sistema de proteção social e à Segurança Social. Um significativo volume de fundos europeus está destinado a mudanças estruturais que conduzam a um recuo da cidadania social - criada com o 25 de Abril e onde direitos de proteção, como o subsídio de desemprego ou o RSI, pertencem às pessoas - para um sistema de caridadezinha assistencialista em que os valores correspondentes a esses direitos são entregues às Organizações não governamentais (IPSS influentes, fundações, etc.), que depois farão a sua gestão financeira e política e os distribuirão "solidariamente" pelos desprotegidos e pelos pobres, a troco da sua submissão a certos requisitos.
Com o sistema de proteção social e a Segurança Social enfraquecidos pelas políticas de austeridade, intensifica-se a propaganda da trapaça de que "os mercados também tratarão do risco na velhice". Imagine-se a proteção que teriam os reformados portugueses se os seus descontos de toda uma vida ativa tivessem sido entregues aos operadores do mercado BES/GES, BPP, BPN e quejandos.
Os mercados jamais tratarão dos riscos na velhice do comum dos cidadãos, como também não tratam dos riscos dos trabalhadores no ativo. A diminuição do emprego e o abaixamento da sua qualidade, o desemprego, a colocação de indivíduos em situações de inatividade, as precariedades, as ruturas e disfunções de condições de trabalho em função da geração a que se pertence, a utilização imoral de "mercados de trabalho" desprotegidos, a brutal transferência de riqueza e de poder do fator trabalho para o fator capital, tudo isto, feito debaixo dos objetivos e imposições dos mercados, gera uma imensidão de riscos, de inseguranças, de instabilidades no trabalho e na vida das pessoas em geral, e depaupera a Segurança Social.
A convergência da velha e retrógrada conceção de que o Estado se deve afastar das relações laborais para imperar a vontade das partes, como se elas estivessem em pé de igualdade no estabelecimento da relação, com uma perspetiva pretensamente pós-moderna - que os paladinos dos "mercados" também já vão referindo quando a primeira tese se esgota - em que o grande anseio dos trabalhadores é a "libertação das dependências da contratualização" não pode ser o "novo" caminho. Isto aniquila os valores do trabalho, as condições para a Segurança Social, bem como a eficácia de qualquer programa de combate às desigualdades, à exclusão social e à pobreza.
É cínico colocar a inatividade, o desemprego, as condições que impõem o abaixamento da qualidade do emprego, as precariedades como decorrências de um processo de libertação dos trabalhadores que há de ser conseguido pelo individualismo "responsabilizador" e por uma espécie de "agencialização" de cada trabalhador. Urge o combate a este vírus. Se não houver uma forte mobilização dos trabalhadores e da sociedade, ele pode estar a infiltrar-se no Largo do Rato, para depois se instalar em São Bento.
Se queremos um efetivo novo ciclo político - que as recentes mensagens do primeiro-ministro e do presidente da República procuram sintonizadamente bloquear desde já - há que desenvolver-se, com acutilância, combate a soluções de "trabalho semiescravo" tipo "contratos emprego-inserção" e um debate ofensivo que afirme o trabalho digno e a defesa da Segurança Social, os direitos laborais e sindicais fundamentais, que reponha e revitalize a contratação coletiva, pois apesar das dependências que transporta ainda será, por muito tempo, libertadora e fator de desenvolvimento.

03.01.15

SEGREDOS JÁ NÃO HÁ - No próximo ano não diga nada ao telefone. Só coisas insignificantes. Mensagens de ano novo, por exemplo. Não conte nada por SMS. Feliz aniversário, pode ser. Não revele nada nos seus emails, nem pessoais, nem de trabalho. Ví


antonio garrochinho

SEGREDOS JÁ NÃO HÁ

Jose Manuel Diogo
No próximo ano não diga nada ao telefone. Só coisas insignificantes. Mensagens de ano novo, por exemplo. Não conte nada por SMS. Feliz aniversário, pode ser. Não revele nada nos seus emails, nem pessoais, nem de trabalho. Vídeos engraçados de gatos, OK.
Não use os chats do Facebook. Olá! De onde nos conhecemos? És amiga do Pedro não é? Mas só isso. Nada de extravagâncias no linkedin. Muito menos dizer, seja lá o que for, aquilo que anda a fazer onde trabalha. Shiu. Caladinho. Nem Instagram, nem Pinterest, nem Foursquare, muito menos Google mais. Nadinha. Se quiser manter alguma coisa em segredo vá lá falar com quem precisa. Nem o Skype é seguro. Desde 2011 que a NSA lhe guarda todos os ficheiros. Queria segredos pela internet? Lamentamos, mas já não há. Esse produto foi descontinuado.
Esta semana os inventores do Tor um navegador de internet que mantém os seus utilizadores anónimos, disseram à revista alemã Der Spiegel que os espiões americanos da NSA consideram os sistemas de encriptação uma das maiores ameaças à segurança do mundo e, por isso, com a ajuda dos seus aliados trabalham em conjunto para violar todos os sistemas de informação da Internet em no mundo.
Jacob Appelbaum e Aaron Gibson dizem que a NSA é um perigo para todos os utilizadores da Internet, desde os comuns internautas até às grandes empresas que utilizam a nuvem para guardar o trabalho quotidiano.
Fartos disto, russos, indianos, chineses e árabes, com a ajuda do Brasil, aprovaram - na União Internacional de Telecomunicações - que a governança dos padrões mundiais das telecomunicaçõesdeixará, já em 2015, de ser um exclusivo dos Estados Unidos e dos seus aliados. Isto vai causar uma grande transformação nas normas dos equipamentos mas, sobretudo, vai mudar a forma como a internet será controlada a nível global.
À medida que a conectividade se transforma em commodity é a segurança que vai ser o negócio. Por isso não se admire muito se, daqui a 5 anos, para mandar um email para a China ou para a Rússia, tiver que pagar selo.
DIRETOR SCIP PORTUGAL

02.01.15

ARTISTA ITALIANA TRANSFORMA PEDRAS DO RIO EM OBRAS DE ARTE - As pedras de rio podem não parecer muito interessante para a maioria de nós -ainda que eu esteja encucado onde conseguiu pedras tão redondinhas como as mostradas no vídeo ao fim do artigo-,


antonio garrochinho

As pedras de rio  podem não parecer muito interessante para a maioria de nós -ainda que eu esteja encucado onde conseguiu pedras tão redondinhas como as mostradas no vídeo ao fim do artigo-, mas uma vez que a gente vê o trabalho que a pintora italiana Ernestina Gallina pode fazer com elas, sou capaz de apostar que a partir de agora vai olhar as pedras sobre um novo prisma.

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Artista italiana transforma pedras em obras de arte 01
Ernestina Gallina, de Cenestino, Itália tinha um dom para a arte desde que era bem criança. Adorava pintura, desenho e modelagem, mas como a família nunca a incentivou a desenvolver suas habilidades, ela nunca frequentou a escola de arte e só exercia seus talentos artísticos como um hobby.

Em 1987, ela e a família tiveram que mudar-se para Nairobi, no Quênia, onde descobriu um mundo ainda desconhecido: o da natureza e dos animais. Então, um dia na biblioteca, tropeçou em um livro sobre pintura rupestre e ficou intrigada sobre como simples pedras de rio poderiam ser transformadas em obras de arte inspiradas na natureza. Isso lhe deu a oportunidade de combinar a sua paixão pelas artes, com seu amor pela vida selvagem, então começou a pintura rupestre e nunca mais parou.

Depois de aprimorar suas habilidades por três anos, Ernestina começou a ensinar para os outros os segredos da pintura rupestre, e em 2003 fundou o primeiro clube na Itália de pintura em pedra. Apesar de que a pintura rupestre como uma forma de arte seja muito antiga, esta mestra italiana levou a técnica a um novo nível com sua série de "pedras vivas" incrivelmente realistas.
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02.01.15

Câmara de Loures avança com dinheiro para as AECs


antonio garrochinho

Câmara de Loures avança com dinheiro para as AECs



Em declarações à agência Lusa a vereadora com o pelouro da Educação na Câmara de Loures, Maria Eugénia Coelho, disse que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) ainda não efetuou a transferência de 328.500 euros, verba necessária para o pagar o vencimento dos professores que asseguram as AEC naquele concelho.
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"Temos ligado todos os dias para o MEC porque esta situação tem trazido um enorme transtorno. As entidades que coordenam as AEC têm tido bastante dificuldade para poder pagar os salários aos professores", lamentou a autarca.
Contactado pela Lusa, fonte do MEC esclareceu que "os pagamentos das AEC foram regularizados no dia 26 [dezembro], restando apenas situações pontuais por resolver".
No caso de Loures, Maria Eugénia Coelho explicou que a Câmara irá avançar com verbas próprias para regularizar a situação, advertindo, no entanto, que será um "grande esforço da autarquia".
"Contamos ainda durante o dia de hoje transferir o dinheiro para as 32 entidades que coordenam as AEC em Loures. Estamos a falar de uma verba que é muito elevada e que vai exigir um grande esforço da nossa parte", sublinhou.
No final do mês passado, a Federação Nacional de Professores (Fenprof) tinha alertado para a existência de professores de AEC sem receber qualquer salário no final do primeiro período de aulas ao mesmo tempo que defendeu que a municipalização da educação iria agravar estas situações.

tripalio.blogspot.pt

02.01.15

AO SOM DE UMA MÚSICA RELAXANTE VEJA VÍDEO E IMAGENS DO TEMPLO DE VIDRO RAJAKALIAMMAN NA MALÁSIA


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Na cidade de Johor Bahru, perto da fronteira sul da Malásia com Cingapura, existe uma das peças mais incríveis do mundo da arquitetura: um templo hindu feito quase que totalmente de vidro. É o chamado Templo de Arulmigu Sri Rajakaliamman, que é uma das atrações que obrigatoriamente todo turista deve ver na Malásia.


Templo RajaKaliamman, uma maravilha de vidro na Malásia
Arulmigu Sri Rajakaliamman é um dos templos mais antigos do estado de Johor. Ele começou como um pequeno abrigo, construído em 1922 e foi crescendo de forma constante ao longo dos anos, mas a sua verdadeira expansão começou em 1991, quando o sacerdote chefe atual, Sri Sinnathamby Sivasamy, herdou a administração do templo de seu pai. Ele se tornou a força motriz desta cabana uma vez humilde e se comprometeu a transformá-lo em um lugar de culto hindu bonito.
Templo RajaKaliamman, uma maravilha de vidro na Malásia
Apesar de enfrentar muitos desafios, Sivasamy conseguiu ampliar e reconstruir completamente o templo em apenas cinco anos, e em 1996 foi reaberto ao público. Arulmigu Sri Rajakaliamman já era considerado um exibição impressionante da arquitetura da Malásia, mas logo se tornaria um santuário hindu verdadeiramente único.
Templo RajaKaliamman, uma maravilha de vidro na Malásia
O Guru Sri Sinnathamby Sivasamy estava viajando para Bangkok em um riquixá tailandês quando teve a idéia de transformar o templo Arulmigu Sri Rajakaliamman em uma maravilha brilhante. Enquanto estava olhando para o meio urbano, focou sua atenção subitamente em uma luz brilhante à distância. Curioso sobre a sua origem, o sacerdote hindu decidiu seguir a luz e, eventualmente, descobriu que era realmente uma obra de arte de vidro colocada na entrada de um templo. Foi quando decidiu que ia usar o mesmo material para fazer o seu templo brilhar na luz solar. Entre 2008 e 2009, Arulmigu Sri Rajakaliamman foi quase que inteiramente coberta com pedaços coloridos de vidro, tanto no interior quanto no exterior.
Templo RajaKaliamman, uma maravilha de vidro na Malásia
O templo original é embelezado com 300.000 peças de vidro vermelho, azul, amarelo, verde roxo e branco, incluindo o piso, pilares e paredes. Há grandes lustres de cristal pendurados no teto e sua luz refletida nas imediações de vidro pode ser bastante ofuscante no início, mas uma vez que seus olhos se acostumam com isso, a gente acaba admirando o efeito surreal.

Aparentemente, o processo de renovação do templo de Arulmigu Sri Rajakaliamman custou perto de 3 milhões ringgits (cerca de 2 milhões de reais), recursos captados através de doações e programas comunitários. O santuário de vidro é totalmente climatizado e pode acomodar até 1.500 pessoas.


VÍDEO






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02.01.15

A BESTA NAZI EM LIBERDADE nazis A canalha à solta em Kiev. Dezenas de milhares de nazis, eufemisticamente denominados na imprensa ocidental de ultra nacionalistas comemoraram o aniversário de Stepan Bandera,


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A BESTA NAZI EM LIBERDADE


nazis
A canalha à solta em Kiev. Dezenas de milhares de nazis, eufemisticamente denominados na imprensa ocidental de ultra nacionalistas comemoraram o aniversário de Stepan Bandera, banderaum criminoso de guerra responsável pelo extermínio comprovado de 70 000 polacos e 200 000 judeus! Do governo “democrático” da Ucrânia nem uma palavra de condenação. Pelo contrário, permitem que os nazis andem à solta. Uma idiota membro do partido nazi Svoboda, faz o elogio de Bandera por supostamente ter avisado, quando era um colaboracionista activo dos nazis que tinham invadido a União Soviética, que o verdadeiro perigo para a Ucrânia era a Rússia. Esqueceu-se de dizer que Bandera o que execrava era essa raça inferior que eram os eslavos. Não houve um jornalista que a confrontasse.
Perante esse espectáculo execrável que nos lembra o que de mais tenebroso aconteceu na Europa no século XX, o que dizem os nossos democráticos dirigentes europeus e da América do Norte: NADA!!!
A imprensa dita de referência ou sem ser de referência, defensora da democracia e do direito a informar refugia-se na mentira! Leram, viram, ouviram algum desses jornalistas, sempre tão lépidos na defesa de uma suposta liberdade de imprensa, indignar-se? Chamar-lhes o que eles são, um bando de assassinos nazis? DE saudosos dos campos de concentração? Do extermínio em massa e industrial de judeus, outras raças inferiores, comunistas? Jornalismo mercenário a soldo do império que utiliza esses bandos em seu proveito, até ver, olham para o lado sem corar de vergonha , coisa que já não têm há muito tempo.
O que podemos esperar de toda essa gente invertebrada, oportunista, sem qualquer dignidade: NADA!!!
Direitos humanos e outro palavreado soez é enterrado na pocilga que é esta nossa sociedade.
A canalha e os seus aliados, directos e indirectos, assombram os nossos dias!
A Besta nazi anda à solta! Os “democratas” aplaudem ou fingenm não ver!!!

pracadobocage.wordpress.com


02.01.15

ARTISTA AUSTRALIANA ELEVA ARTE DA CAMUFLAGEM A UM NÍVEL ELEVADO -A artista australiana Emma Hack, de 39 anos, cria incríveis obras de arte, onde pinta modelos masculino e feminino de forma que se misturem com complexas imagens de fundo. Em verdade Emma,


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artista australiana Emma Hack, de 39 anos, cria incríveis obras de arte, onde pinta modelos masculino e feminino de forma que se misturem com complexas imagens de fundo. Em verdade Emma, não é a única a explorar esta forma de arte, a rede está cheia de referências a Liu Bolin, o homem invisível que se camufla nos padrões da urbanidade, mas enquanto Bolin claramente lança mão da computação, Emma o faz visualmente dando um toque magistral ao que faz.


Se você for um dos 310 milhões de pessoas que assistiram o vídeo de Gotye no hit "Somebody That I Used To Know", então provavelmente já é fã de Emma Hack e só não sabe disso ainda. Ela é o cérebro por trás do vídeo da música original onde Gotye e Kimbra gradualmente se transformam em obras de arte pintadas que se misturam com o segundo plano até que se camuflem totalmente. Emma trabalhou com os artistas durante 23 horas, mas as reações do público ao seu trabalho fez com que os esforços valessem a pena para todas as partes envolvidas. Embora seja uma artista do mimetismo há 22 anos, Emma diz que sente que sua carreira começou agora e que finalmente está sendo levada a sério como uma artista.

Emma começou sua carreira como um artista da maquiagem, mas inspirando-se nas obras de Veruschka, uma modelo famosa que durante os anos 60 e 70 pintava contra definições naturalistas, começou a explorar a arte da camuflagem. Depois de décadas de experiência, as obras de Emma chegaram a um nível de perfeccionismo que muitas vezes é difícil detectar onde o está escondido no fundo.
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02.01.15

ESPECTACULARES ESCULTURAS FEITAS DE PNEUS VELHOS - O artista coreano Yong Ho Ji recicla pneus velhos e os transforma em incríveis obras de arte. De animais a seres humanos e híbridos, estas esculturas de pneus são verdadeiramente surpreendentes. Yong t


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artista coreano Yong Ho Ji recicla pneus velhos e os transforma em incríveis obras de arte. De animais a seres humanos e híbridos, estas esculturas de pneus são verdadeiramente surpreendentes. Yong tem mestrado em Belas Artes pela New York University e formou-se Bacharel em Artes Plásticas e Escultura na Hongik University, de Seul, em 2005. Com uma série de exposições individuais e coletivas em seu currículo, é possível encontrar coleções permanentes de obras de Yong Ho em diversas galerias, tanto nos EUA quanto na Coréia.

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Venda de parte da praia da Armação de Pêra a um privado continua a gerar polémica - O grupo que adquiriu mais de três hectares de areal por 200 mil euros quer oferecer um apoio de praia que ali já existia à junta de freguesia, mas não pode, porq


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Venda de parte da praia da Armação de Pêra a um privado continua a gerar polémica

O grupo que adquiriu mais de três hectares de areal por 200 mil euros quer oferecer um apoio de praia que ali já existia à junta de freguesia, mas não pode, porque este é clandestino.
Os apoios de praia mais antigos continuam ilegais VASCO CÉLIO
A parcela nascente da praia de Armação de Pêra tem um proprietário, mas o investidor não pode dizer “sou o dono disto tudo”. Pagou, há três anos, 200 mil euros por um troço de areal com mais de três hectares. Agora diz que quer “ajudar” a comunidade local, mas a associação dos pescadores não acredita na sua boa-vontade. Entretanto, o Ministério Público voltou, nos últimos meses, a questionar a Câmara de Silves para apurar se terá existido “eventual violação do interesse público” na venda deste troço do litoral algarvio.A zona nascente da praia, com a área de 31.696 metros quadrados, passou há três anos para as mãos de privados, porque o Estado não exerceu o direito de preferência na sua compra. A propriedade, vendida por 200 mil euros, inclui um campo de futebol, cinco apoios de praia – dois dos quais continuam ilegais -, e ainda as instalações da Lota e da Cruz Vermelha. O terreno em causa é propriedade privada, pertencia à família Santana Leite desde 1913, mas sempre teve utilização pública. O que pretendem os novos donos? “Valorizar e requalificar Armação de Pêra”, diz Manuel Cabral, em nome da Sociedade Praia da Cova, Realizações Turísticas, SA, que pertence ao grupo Vila Vita, adiantando que apresentou na Câmara de Silves “uma minuta para elaborar um protocolo, com vista a uma candidatura a fundos comunitários - só faltava assinar”. A proposta foi apresentada ao anterior executivo, liderado pelo PSD. “Deixaram perder a possibilidade de um investimento de 900 mil a um milhão de euros – o prazo caducou a 2 Dezembro de 2013”.
O representante da empresa turística diz que só “quer ajudar a melhorar a qualidade de vida” nesta localidade piscatória que se tornou um destino turístico. Não encontrou receptividade. O projecto de requalificação ambiental que propôs ao município não teve sucesso. “Perderam uma candidatura a fundos comunitários, na qual assumíamos a comparticipação nacional [25%] até ao montante de 300 mil euros”, critica Manuel Cabral. O arranjo paisagístico e ambiental que pretendia desenvolver, através dessa candidatura, incluía a construção de uma rotunda, parque de estacionamento (no lugar do antigo campo do Clube de Futebol Os Armacenenses), e o embelezamento do espaço envolvente.
A presidente da associação dos pescadores, Tânia Oliveira, diz que não acredita na generosidade do investidor. “Com certeza que não comprou a praia para oferecer aos pescadores”, ironiza. A comunidade piscatória, enfatiza, “não abdica de usar o espaço que lhe está destinado por direito”, avisa. O empresário, por seu turno, não esconde a “difícil relação” em dialogar com a dirigente associativa. “Tentativa de dividir para reinar”, comenta Tânia Oliveira, referindo-se ao investidor. Manuel Cabral promete: “Vou ajudar os pescadores, tenho lá amigos de há mais de 30 anos”.
A presidente da Câmara, Rosa Palma, da CDU, adiantou que o município está preparar, em parceria com a Associação dos Pescadores, uma candidatura a apoios comunitários para a compra de um novo tractor para rebocar os barcos e uma outra para a criação de um espaço, com condições de trabalho, para arrumo das redes. Manuel Cabral comenta: “Comparado com o valor da candidatura perdida, isso são peanuts”.
Um dos apoios de praia mais antigos é o “Pedro’s Bar” que integra o conjunto dos cinco equipamentos balneares adquiridos juntamente com a praia pelo grupo alemão Vila Vita Parc, também dono de um luxuoso resort na Senhora da Rocha, em Lagoa. “Quero oferecer o “Pedro´s Bar à junta de freguesia, mas não posso, porque, legalmente, não existe”, diz Manuel Cabral. Esta é uma das edificações clandestinas implantadas em “terra de ninguém” a aguardar pela execução do plano de requalificação da zona nascente da praia de Armação de Pêra. O dono do estabelecimento, João Pedro Santos, adquiriu o direito à exploração por concurso público lançado há 24 anos pela junta de freguesia. À autarquia paga 500 euros mensais de renda. Porquê a cedência à junta [presidida por Ricardo Pinto, PSD] e não ao município? “Por que é a junta de freguesia que zela pela limpeza”, justifica Cabral.
Entretanto, foi instalado nesta faixa da praia um novo apoio de praia, que se juntou a outros já antigos que aguardam legalização. Mas este, apesar das dúvidas suscitadas pela compra do terreno, foi aprovado. Segundo a presidente da câmara, foi concedido o licenciamento porque “o proprietário apresentou a caderneta predial e registo do terreno, estando em conformidade com as exigências legais”. Porém, a autarca revela algumas dúvidas sobre até onde pode chegar o direito privado numa área que continua a pertencer ao Domínio Público Marítimo. “Aguardamos com alguma expectativa a posição do Ministério Público (MP), que nos últimos meses tem vindo a pedir esclarecimentos à câmara sobre esta matéria”, adiantou.