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casepaga

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01.03.15

Rússia reafirma apoio a uma solução do conflito saharaui na base das resoluções da ONU


antonio garrochinho

Rússia reafirma apoio a uma solução do conflito saharaui na base das resoluções da ONU



  
O ministério de Negócios Estrangeiros russo reiterou o seu apoio a uma solução mutuamente aceitável pelas partes no conflito do Sahara Ocidental, conforme as resoluções concernentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

No comunicado do ministério de Negócios Estrangeiros da Rússia publicado no final de uma reunião do Representante Especial do Presidente da Federação da Rússia e Encarregado do Médio Oriente e Países Africanos, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa, Mikhail Bogdanov, com uma delegação da Frente Polisario.

O comunicado sublinha a firme posição de procurar uma solução política para o conflito que seja compatível com as resoluções concernentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O comunicado reitera a disposição da Rússia de continuar trabalhando de forma conjunta com todas as partes interessadas no conflito e, em  particular, com os seus parceiros do Grupo de Amigos do Sahara Ocidental, com especial enfase no apoio aos esforços do Enviado Pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas no Sahara Ocidental, Christopher Ross.

Uma delegação da Frente Polisario, liderada pelo Coordenador saharaui junto da MINURSO, M’Hamed Khadad, reuniu-se na passada quarta-feira com Mikhail Bogdanov, e pô-lo ao corrente de todos os desenvolvimentos do tema saharaui, enfatizando que a situação de estagnação em que se encontra o processo de paz atualmente não favorece a estabilidade na região.


Fonte: SPS

aapsocidental.blogspot.pt

01.03.15

01 de Março de 1692: Começa a caça às bruxas de Salém - Na povoação de Salém, ao norte de Boston, na colónia de Massachusetts Bay, Nova Inglaterra, Sarah Goode, Sarah Osborne e Tituba, uma escrava indígena de Barbados, foram acusadas em 1 de Ma


antonio garrochinho

01 de Março de 1692: Começa a caça às bruxas de Salém



Na povoação de Salém, ao norte de Boston, na colónia de Massachusetts Bay, Nova Inglaterra, Sarah Goode, Sarah Osborne e Tituba, uma escrava indígena de Barbados, foram acusadas em 1 de Março de 1692 de prática ilegal de feitiçaria. Naquele mesmo dia, Tituba, possivelmente debaixo de coerção, confessou o crime, encorajando as autoridades a iniciar uma caça às bruxas de Salém. A onda de intolerância e fanatismo religioso que se seguiu vitimou no início quase 20 pessoas.

Os problemas na pequena comunidade puritana começaram no mês anterior, quando Elizabeth Parris de nove anos e Abigail Williams de 11 anos, filha e sobrinha, respectivamente, do reverendo Samuel Parris, passaram a sofrer ataques e outras misteriosas doenças. Um doutor concluiu que as meninas estavam a sofrer os efeitos de bruxarias. Elas corroboraram o diagnóstico médico.

Com o encorajamento de muitos adultos da comunidade, as jovenzinhas, às quais se juntaram prontamente outros “aflitos” residentes de Salém, acusaram um amplo círculo de habitantes locais de prática de feitiçaria, a maioria mulheres de meia-idade, mas também diversos homens e até uma criança de quatro anos. Durante os meses que se seguiram, atormentados moradores daquela área incriminaram mais de 150 mulheres e homens de Salém e zonas circunvizinhas de práticas satânicas.

Em Junho de 1692,o tribunal de Oyer, para as “audiências” e o tribunal de Terminer, para as “decisões”, reuniram-se em Salém sob a presidência do juiz William Stoughton para julgar os acusados. A primeira a ser julgada foi Bridget Bishop de Salém, considerada culpada e executada na forca em 10 de Junho. Treze outras mulheres e quatro homens de todas as idades foram também conduzidos ao patíbulo e um homem, Giles Corey, foi executado por esmagamento. A maioria dos submetidos a julgamento foi condenada com base no comportamento das próprias testemunhas durante os procedimentos judiciais, caracterizado por ataques e alucinações que alegavam estar a ser causados pelos acusados naquele mesmo momento.

Em Outubro de 1692, o governador William Phipps de Massachusetts ordenou que os Tribunais de Oyer e Terminer fossem dissolvidos e substituídos por um Tribunal Superior  que proibiu esse tipo de testemunho sensacionalista nos julgamentos subsequentes.

As execuções cessaram e o Tribunal Superior finalmente libertou todos os acusados que aguardavam julgamento e indultou aqueles sentenciados à pena de morte. Terminava assim os processos das feiticeiras de Salém que resultou na execução de 19 mulheres e homens inocentes.

As perseguições às bruxas de Salém serviram, dois séculos e meio depois, como tema para que o dramaturgo Arthur Miller – sofrendo as intimidações feitas pelo Comité de Actividades Antiamericanas do senador Joseph McCarthy –, escrevesse a peça de teatro The Crucible,  conhecida como As Bruxas de Salém. Encenada no início dos anos 1950, eram evidentes as analogias que Miller fez entre as perseguições à esquerda americana na época da Guerra Fria, com os tormentos sofridos pelas “bruxas” de Salém.

Na Idade Média, as pessoas acusadas levianamente de praticar bruxaria ou magia, depois da acusação eram perseguidas, caçadas e levadas à fogueira. Os episódios de Salém tornaram modernamente “caça às bruxas” como acusação e perseguição indiscriminada às pessoas sem provas reais e sem o devido processo.
Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

Ilustração de 1876 da sala de audiências
O Reverendo Samuel Parris


estoriasdahistoria12.blogspot.pt


01.03.15

RIA FORMOSA: UMA LIXEIRA "ECOLOGICA"! - O vídeo acima dá-nos conta do aterro e lixeira que a Câmara Municipal de Faro mantém há anos na zona portuária, sem que o Parque Natural da Ria Formosa tome a mais pequena atitude apesar de em tempos ter feito


antonio garrochinho


RIA FORMOSA: UMA LIXEIRA "ECOLOGICA"!

O vídeo acima dá-nos conta do aterro e lixeira que a Câmara Municipal de Faro mantém há anos na zona portuária, sem que o Parque Natural da Ria Formosa tome a mais pequena atitude apesar de em tempos ter feito afixar o cartaz que mostramos na imagem de baixo.
A zona portuária integra, apesar do seu estatuto está integrada em área abrangida pelos Planos de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, do POOC, Sitio de Interesse Comunitário, Rede Natura 2000 e como não podia deixar de ser a rede ecológica.
Apesar disso a Câmara de Faro que tem um estaleiro-lixeira vedado, já de si em violação dos planos de gestão territorial que os não permite, faz do resto do espaço, uma autentica lixeira perante a passividade das autoridades com jurisdição na área.
Aquele espaço, pouco importando a quem pertence a propriedade, integra também o Domínio Publico Marítimo por estar na faixa de 50 metros e que também por isso devia estar obrigado a cumprir com as obrigações daí decorrentes.
Para alem da Câmara Municipal de Faro e da entidade portuária com jurisdição em parte da zona, o Parque Natural da Ria Formosa e a os Serviços Desconcentrados da Agência Portuguesa do Ambiente, a ARH, têm também uma palavra sobre este crime ambiental.
Todas as entidades envolvidas estão ligadas à Sociedade Polis da Ria Formosa, seja porque integram a estrutura accionista ou o conselho consultivo da empresa encarregada da Valorização e Requalificação da Ria Formosa, que não tem nenhum projecto de intervenção previsto para aquele espaço lagunar.
A Valorização e Requalificação da Ria Formosa não só funciona como uma operação de cosmética de lavagem de cara das zonas ribeirinhas potencialmente frequentadas pelo turismo, como varre o lixo para debaixo do tapete, mantendo e escondendo dos olhos do publico esta autentica lixeira "ecológica", fruto dos condicionamentos provocados pela actividade portuária.
Quando a Sociedade Polis tem milhões para destruir e não tem tostões para a limpeza desta nojeira ambiental, é caso para dizer que os seus objectivos, muito escuros, não são na realidade para Valorizar e Requalificar ambientalmente a Ria Formosa, mas tão só espaços ao serviço do turismo que não das populações locais.
Esquecem que turistas somos nós que todo o ano somos vitimas do aumento de preços verificados pela procura turística ainda que sazonal. Somos nós que suportamos isto e depois somos tratados como cidadãos de terceira categoria, marginalizados pelos nossos governantes, pelos nossos autarcas.
Já agora aproveitar para mandar um recado a uns certos ecologistas que vivendo em Faro, não vêem nem nunca viram esta lixeira, talvez porque as associações que integram estejam a receber subsídios do aparelho de estado. Isto é que são ecologistas!
REVOLTEM-SE, PORRA!

olhaolivre.blogspot.pt

01.03.15

AS MULHERES - Houve mulheres serenas, de olhos claros, infinitas no seu silêncio, como largas planícies onde um rio ondeia;


antonio garrochinho

AS MULHERES

«Nascimento de Vénus»
Sandro Botticelli

AS MULHERES

Houve mulheres serenas,
de olhos claros, infinitas
no seu silêncio,
como largas planícies
onde um rio ondeia;
houve mulheres alumiadas
de ouro, émulas do Estio
e do incêndio,
semelhantes a searas
luxuriantes
que a foice não tocou
nem o fogo devora,
sequer o dos astros sob um céu
inclemente;
houve mulheres tão frágeis
que uma só palavra
as tornava escravas,
como no bojo de uma taça
emborcada
se aprisiona uma abelha;
outras houve, de mãos incolores,
que todo o excesso extinguiam
sem rumor;
outras, de mãos subtis
e ágeis, cujo lento
passatempo
era o de insinuar-se entre as veias,
dividindo-as em fios de meada
e tingindo-as de azul marinho;
outras, pálidas, cansadas,
devastadas pelos beijos,
mas reacendendo-se de amor
até à medula,
com o rosto em chamas
entre os cabelos oculto,
as narinas como
asas inquietas,
os lábios como
palavras de festa,
as pálpebras como
violetas.
E houve outras ainda.
E maravilhosamente
eu as conheci.

Gabriele D’Annunzio

wwwpoetanarquista.blogspot.pt

01.03.15

A VÍTIMA MAIS JOVEM DA 1ª GUERRA MUNDIAL


antonio garrochinho

Maite Röel, a vítima mais jovem da Primeira Guerra Mundial
Maite Roël, de Bovekerke (Bélgica), é a vítima mais jovem da Primeira Guerra Mundial. Como vítima bélica deficiente, porta um cartão de veterana que permite com que tenha tarifas ferroviárias mais baratas, ainda que quando a usa recebe olhares de incredulidade e suspeita. Röel tinha só nove anos quando uma bomba da RAF foi lançada em uma fogueira de forma inadvertida, destroçando sua perna. Foi operada 29 vezes e depois de 10 anos de uso, é viciada em morfina.


- "Fomos acampar com em Wetteren, local que tinha sido um velho acampamento militar", recorda Maite cujo rosto não corresponde com a vítima habitual da primeira grande guerra.

  - "Aconteceu em 6 de julho de 1992. Não sabia nada sobre a guerra. Lembro que fizemos uma fogueira, usando tijolos em volta do fogo, enquanto outras crianças jogavam lenha nas labaredas. Estava cansada, de modo que aproximei-me do fogo para poder dormir. Depois escutei uma explosão súbita, acordei e vi as faíscas da explosão. Todo mundo corria e gritava e eu tentava me levantar, mas não podia. Logo todos ficaram me olhando, de modo que baixei olhar e vi que tinha a perna esquerda pendurada somente a um pedaço de pele por causa de uma antiga bomba que alguém jogou inadvertivamente na fogueira".

Roël está aos cuidados do Instituto Belga de Assuntos para Veteranos e Vítimas de Guerra. Não tem nenhum interesse em aprender sobre a guerra que tanto afetou sua vida.


 http://www.mdig.com.br


01.03.15

DESAFIO - MATAR CEM PESSOAS À ESPADA - O título pode parecer fruto da imaginação de uma mente doente ou tratar-se talvez de uma piada macabra, mas é muito pior que isso. O título corresponde, por desgraça, a um fato que realmente aconteceu durante


antonio garrochinho

O título pode parecer fruto da imaginação de uma mente doente ou tratar-se talvez de uma piada macabra, mas é muito pior que isso. O título corresponde, por desgraça, a um fato que realmente aconteceu durante a invasão do Japão a China.


Desafio: matar 100 pessoas com espada
Em 1937 um par de jornais japoneses começaram publicar as histórias de um desafio mantido por dois oficiais do exército japonês e que consistia em quem seria o primeiro a conseguir abater 100 inimigos unicamente a golpe de espada.
Desafio: matar 100 pessoas com espada
A competição aconteceu durante a Batalha de Nanquim, vencida pelo exército japonês e que terminaria desembocando no absurdo e terrível Massacre de Nanquim.
Desafio: matar 100 pessoas com espada
As tropas japonesas entram em Nanquim.
Ao que parece foi complicado determinar qual dos dois ficou com o primeiro lugar e segundo um dos jornais da época, o resultado foi apertadíssimo. 105 a 106.
Desafio: matar 100 pessoas com espada
Como o assunto era censurado e oficioso, o próprio jornal lançou um outro desafio, desta vez o objetivo seria chegar primeiro a 150 vidas.
Desafio: matar 100 pessoas com espada
Na primeira página, em título negritado dizia: "Recorde incrível na disputa para matar 100 pessoas —Mukai 106 x 105 Noda— Ambos soldados vão aos extras".
Acabada a guerra ambos oficiais voltaram ao Japão. Uma vez ali e por causa de um dos exemplares do jornal, foram extraditados, por uma junta militar, de volta a China, onde foram julgados, condenados a morte e executados.

Para livrar-se de uma vez por todas da vergonha que pesa sobre seu sobrenome, a filha de um dos oficiais implicados na matança, Chieko Mukai, decidiu empreender uma batalha nos tribunais contra o jornal Mainichi Shimbun, o sucessor do diário que publicou a notícia originalmente, e ademais contra o diário Asahi Shimbun, que após uma pesquisa publicou novamente a macabra história em 1971. Ambos foram acusados de difamação e de inventar a reportagem porque, segundo a demandante, tal crônica era totalmente infundada e manchou a honra das duas famílias.

Com tais argumentos e exigindo ademais uma indenização de 600 mil reais, o caso chegou até um tribunal de Tóquio, que no ano passado deu sua sentença final: amparando-se nas abundantes provas documentais existentes, o magistrado Akio Doi indeferiu finalmente a demanda interposta pelos familiares.

Segundo dados da sentença judicial, os dois tenentes imperiais além de não tentarem ocultar sua participação na matança, sempre estiveram de acordo em publicar a informação e ambos admitiram que haviam competido em cortar a cabeça dos prisioneiros de guerra.


http://www.mdig.com.br/

01.03.15

Varoufakis declara guerra aos ricos com uma "taxa extraordinária" - O ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, admitiu hoje a criação de uma "taxa extraordinária" para "aqueles que podem pagar", com o objetivo de garantir o equilíbrio orçamen


antonio garrochinho

Varoufakis declara guerra aos ricos com uma "taxa extraordinária"

por Lusa
Varoufakis declara guerra aos ricos com uma "taxa extraordinária"
Fotografia © EPA/ALEXANDROS VLACHOS
O ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, admitiu hoje a criação de uma "taxa extraordinária" para "aqueles que podem pagar", com o objetivo de garantir o equilíbrio orçamental do país.
"Estamos comprometidos em ter equilíbrio orçamental. Se eu tiver que impor um imposto especial, fá-lo-ei, mas sobre aqueles que podem pagar", afirmou o governante numa entrevista concedida à estação televisiva grega Skai.
"Não vamos pedir dinheiro aqueles que sofrem", garantiu Varoufakis.
"Estamos interessados naqueles que têm dinheiro e que nunca pagaram. Eles são o nosso alvo e seremos implacáveis", realçou o responsável.
E acrescentou: "Queremos encontrar uma solução para fazer pagar aqueles que têm dinheiro".
O ministro helénico disse aguardar que os parceiros europeus ajudem a Grécia a fazer cumprir o pagamento dos impostos devidos pelas empresas do país que escapam à tributação e que não se limitem a dar "lições" ao país.
O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, anunciou na sexta-feira um primeiro conjunto de medidas para lutar contra a evasão fiscal e aumentar as receitas do Estado, incentivando os contribuintes a pagar parte de suas dívidas.
Após duras negociações, a Grécia foi capaz de obter uma extensão do plano de resgate europeu, comprometendo-se, no entanto, a aplicar uma série de medidas para equilibrar o orçamento, criando superávits primários fiscais (excluindo o serviço da dívida) e a honrar os compromissos perante os credores, a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

01.03.15

A pergunta que Mariana Mortágua fez ao “melhor CEO da Europa” que toda a gente fala


antonio garrochinho


A pergunta que Mariana Mortágua fez ao “melhor CEO da Europa” que toda a gente fala

Na audição de ontem no Parlamento, a bloquista Mariana Mortágua fez uma pergunta aZeinal Bava que se tornou viral nas redes sociais. A deputada entalou o ex-presidente executivo da Portugal Telecom, acusando-o de amadorismo, face às respostas que foram dadas pelo gestor acerca da elevada concentração do investimento da PT em dívida do Grupo Espírito Santo (GES) e de o responsável ter apenas respondido “Não tenho memória”, “não sabia, não tinha que saber”, “tenho dificuldade em dar-lhe esses números” e “não tenho responsabilidade” – sempre para fugir a qualquer responsabilidade na trágica história da aplicação na Rioforte.


Mariana Mortágua esteve realmente muito bem… como já começa a ser hábito! Espetacular!

www.tafixe.com

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