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casepaga

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30.10.15

GOSTA DE GATOS !? AQUI TEM UM VÍDEO ENGRAÇADO DE GATOS SE SACUDINDO


antonio garrochinho

Parece mesmo que os gatos nascem sabendo como ser elegantes. Seus movimentos delicados e seu longo rabo dão-lhe uma imagem estilizada que parece exacerbar-se com sua atitude independente. São tão elegantes que há uns que nasceram para ser tratados como estrelas de cinema. E nem sequer quando estão se limpando perdem seu glamour, sobretudo quando comparados com os cães, que na hora do banho, gostem ou não, fazem uma bagunça danada; os que não gostam, porque querem sair e os outros, porque querem entrar. E a gente sempre acaba ficando mais molhado do que eles.

Shake Cats: divertido vídeo de alta velocidade de gatos sacudindo o esqueleto
Mas a verdade é que os gatos, escondem uns asquerosos hábitos que nos fazem esquecer absolutamente toda sua estilizada aura e podem ser tão caóticos como os cães se a gente prestar suficiente atenção e seguir cada um de seus movimentos. Se não crê, veja o vídeo engraçado que expõe todas essas coisas que os gatos tentavam esconder por trás de seu esbelta figura.
Shake Cats: divertido vídeo de alta velocidade de gatos sacudindo o esqueleto
O vídeo, na verdade, é a promoção do último projeto da fotógrafa Carli Davidson, uma ativista dos direitos animais, que criou a série "Shake Cats" para o livro homônimo, que mostra mais de 60 felinos, a maioria deles resgatados, se sacudindo para se secar depois do banho ou logo após uma sessão de carícias.
Shake Cats: divertido vídeo de alta velocidade de gatos sacudindo o esqueleto
Carli começou sua carreira fotográfica retratando aves predadoras. Em 2013 publicou o livro "Dog Shakes", e recentemente dedicou-se a fazer fotos de animais de refúgios para aumentar suas possibilidades de serem adotados.

VÍDEO



 http://www.mdig.com.br

30.10.15

Blogger do NY Times acusado de manipular dívida portuguesa


antonio garrochinho


Peter Boone

Depois da queixa da CMVM, DIAP acusa Peter Boone de manipulação de mercado, obtendo lucros de quase um milhão de euros
Os factos remontam a 2010. Na sequência do primeiro pedido de assistência financeira pela Grécia, de 30 mil milhões, em abril, é publicado um artigo no The New York Times - "The next global problem: Portugal" - assinado por Peter Boone e Simon Johnson, que apontavam Portugal como o próximo país a cair em falência financeira. No dia da publicação do artigo - no blogue Economix.com do The New York Times - os juros da dívida pública portuguesa situavam-se em 4,4%. Na semana seguinte subiram para 5%. O que acabou por ser suficiente para que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ficasse atenta e acabasse por fazer queixa ao Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa por suspeita de manipulação do mercado. Cinco anos volvidos, Peter Boone - consultor de vários governos britânicos, doutorado em Harvard, gestor da Salute Capital Managment (empresa de gestão de ativos) e presidente da Effective (organização de caridade britânica) - é acusado pela justiça de manipular a dívida pública portuguesa e de arrecadar benefícios em proveito próprio de 819 mil euros. Não só através do artigo referido mas de outros publicados no seu outro blogue, Baseline Scenario. Frases como "o próximo radar é Portugal. Saiu do foco apenas porque a Grécia se afundou. Ambos estão economicamente à beira da bancarrota", escritas por Boone, alertaram a CMVM.
O arguido era à data administrador de uma sociedade que prestava serviços de consultadoria de investimento, a Salute, um hedge fund (fundo de investimento especulativo), a Moore Capital Managment, com sede em Nova Iorque. O crime de manipulação de mercado é punido com pena de prisão até três anos ou com pena de multa. A investigação, liderada pelo departamento da procuradora-geral adjunta Maria José Morgado e com a ajuda técnica da CMVM, contou com a prova testemunhal de Teixeira dos Santos, à data ministro das Finanças português. E ainda da Securities & Exchange Comission (SEC), o supervisor da Bolsa norte-americana.
O DN sabe que o Ministério Público considerou que Peter Boone, residente em Londres, tinha interesse na desvalorização das obrigações do Tesouro portuguesas porque permitiria a Moore obter mais--valias e, por essa via, receber uma comissão mais elevada da Salute. Considerou igualmente que o artigo de Peter Boone poderia influenciar as decisões de investimento e de desinvestimento em dívida soberana nacional. Cenário agravado porque na altura os mercados de dívida viviam períodos de desconfiança e receio de contágio da crise grega aos países periféricos da zona euro. Segundo a nota enviada pela Procuradoria -Geral distrital de Lisboa, "os artigos de opinião tiveram impacto nas yields da dívida pública portuguesa e influenciaram os investidores, até porque o arguido era um académico prestigiado, doutorado em Economia pela Universidade de Harvard e os artigos foram publicados em contexto de grande instabilidade financeira, de receio de contágio com a dívida grega, estando os mercados em situação de elevada suscetibilidade". Foi considerado como agravante o facto de o arguido nunca ter mencionado nos artigos editados os seus interesses negociais, o que teria "reduzido a credibilidade da opinião divulgada".

30.10.15

A vez da esquerda


antonio garrochinho



A leitura na internet dos comentários sobre a possibilidade de o país vir a ter um governo do PS, com o apoio parlamentar do BE e PCP, tem sido muito instrutiva. É particularmente interessante ler o que escrevem as pessoas ansiosas pela mudança de governo que se avizinha. Percebe-se que o sofrimento infligido pelas políticas do anterior governo não desapareceu e deixará marcas profundas na sociedade portuguesa. Como é comum nas redes sociais, as emoções andam à solta e turvam a avaliação dos riscos e das potencialidades desta solução política. Mesmo as pessoas ponderadas, e até com instrução superior, têm dificuldade em criar o distanciamento necessário a uma avaliação crítica da conjuntura política. Este clima psicossocial torna mais difícil uma intervenção realista que não queira assumir o papel de Cassandra.
Num contexto de grande alívio para a maioria da população, por finalmente nos vermos livres do governo da PàF, percebe-se como é delicado fazer uma avaliação do que pode ganhar o país com esta experiência governativa. Antes de mais, é possível melhorar a vida de muitos cidadãos revogando legislação com evidente marca ideológica e escasso impacto orçamental em vários sectores, a começar pela legislação laboral. Depois, consegue-se evitar dois rudes golpes sobre o sistema de pensões. O primeiro, sobre as pensões mínimas, num valor para quatro anos estimado em 1020 milhões de euros. Graças ao acordo à esquerda, os militantes socialistas evitam passar pela vergonha de ver um governo da PàF aplicar uma medida que está no programa do PS e transformar um direito social – a pensão mínima como direito conferido pelo trabalho – numa medida de assistência pública sujeita a condição de recursos. 
O segundo golpe, a redução da TSU, diz respeito à utilização dos descontos para a Segurança Social como instrumento de política económica, o que frontalmente viola o contrato social que sustenta a nossa democracia. Este autonomizou o orçamento da Segurança Social e conferiu-lhe uma gestão tripartida no âmbito da concertação social. A medida constituiria o precedente necessário para, mais tarde, permitir tratar a TSU como um imposto que, de facto, não é – como contribuição* social, é receita consignada que confere o direito a uma contraprestação –, o que sujeitaria o financiamento da Segurança Social aos ciclos políticos esquerda-direita. Seria o golpe final no legado histórico das lutas de gerações de trabalhadores por uma vida decente e pela mutualização dos riscos sociais. Para formar governo, o PS teve de deixar cair uma medida que foi bem acolhida pela PàF.
Há também uma distribuição um pouco mais justa do rendimento nacional que resultaria de uma política orçamental que, tanto quanto possível, transferisse alguns custos da austeridade para as classes de maior rendimento e património. Neste ponto, resta saber se a Comissão Europeia não invocará um imaginário impacto orçamental negativo dessas medidas para as recusar no exame prévio que fará ao Orçamento. E isto leva-nos ao ponto decisivo nesta experiência de “governo à esquerda”. Em que medida é possível fazer deslizar as metas do défice orçamental para acomodar os impactos das mudanças na política interna e da estagnação mundial? Como manter uma consistência mínima nesta política de esquerda, respeitadora das regras da direita, no quadro de um previsível endurecimento da atitude da CE e do Eurogrupo?
A forma como as esquerdas vão explicar ao povo as dificuldades que António Costa encontrará em Bruxelas para aprovar o seu primeiro Orçamento determinará a percepção da nova maioria social quanto à margem de manobra que nos sobra para o exercício da democracia. Esta experiência governativa deve conduzir a um alargamento da consciência popular de que o euro é a causa desta crise. Esta é uma oportunidade que a esquerda não pode desperdiçar. Para que Portugal tenha futuro, os que se identificam com Cavaco Silva na submissão ao ordoliberalismo alemão têm de ser derrotados. O dia 1 de Dezembro de 1640 não foi esquecido.

(O meu artigo no jornal i)

Por lapso, no artigo está "prestação"

ladroesdebicicletas.blogspot.pt

30.10.15

AMORDAÇADO À PORTA DE SÓCRATES


antonio garrochinho







Um homem esteve hoje durante o dia à porta da casa onde vive José Sócrates, em Lisboa, com uma mordaça na boca e uma capa do CM censurada a azul, remetendo para os tempos da censura prévia em Portugal.

O homem, um anónimo, protesta desta forma contra a providência cautelar interposta pela defesa de Sócrates e aceite pelo Tribunal da Relação de Lisboa que impede o Correio da Manhã e todos os restantes títulos do grupo Cofina de divulgar informações que constem no processo da Operação Marquês. 


SOL

30.10.15

É UM AVIÃO? É UM PÁSSARO? É UM “GOVERNO DE ESQUERDA”? NÃO… É SÓ UM GOVERNO PS.


antonio garrochinho

Independentemente do que venha a ser o resultado institucional da rejeição do programa do PSD/CDS que até agora parece desenhar-se no horizonte, não está em cima da mesa, para já, a construção de um “Governo de Esquerda”.
Se tal vier a ser uma realidade em Portugal, será certamente resultado de uma movimentação de massas consciente da necessidade de ruptura com o capitalismo e com a consolidação do processo de integração capitalista europeia e não apenas de resultados eleitorais. Mas para já o que está a parecer resultar das eleições legislativas de Outubro é uma derrota do PSD e do CDS, sem que exista necessariamente – como consequência directa – uma substituição automática das suas políticas por outras distintas e de “esquerda”.
A derrota do PSD e do CDS nas eleições e a constituição de uma maioria “atípica” numa conjuntura igualmente “rara” criam factualmente uma nova relação de forças institucional que permite materializar essa derrota na alteração dos protagonistas do Governo. Mas é também possível ir um pouco mais longe do que a habitual alternância sem alternativa. E havendo essa possibilidade, o PCP afirmou que o “o PS só não é Governo se não quiser” logo na noite das eleições e após a divulgação dos resultados. Isso significa que é preciso travar o passo ao PSD e CDS mas também que é possível construir uma política que, não sendo a proposta pelo PCP, nem pela CDU, é melhor para os portugueses que a prossecução da actual.
A efabulação de que isso corresponde a um “governo de esquerda”,  a manterem-se as premissas conhecidas da política institucional portuguesa e a natureza dos partidos que a compõem, contribui mais para mistificar do que para esclarecer. Não significa isto que não podemos vir a ter um Governo de Esquerda. Apenas que para já, tudo indica estarmos numa fase muito distinta dessa.
A construção da alternativa patriótica e de esquerda de que o país necessita não surgirá de reuniões entre partidos, mas emergirá da força do povo, da expressão da sua vontade inequívoca de mudar e ousar continuar os caminhos que ensaiou em Abril e que foram travados em Novembro. A direita está em pânico e fez baixar todo e qualquer padrão de dignidade que ainda pudesse ter. Há muito tempo que o grande patronato e o seu braço político (PS, PSD e CDS) não viam tão ameaçado o seu domínio. E eis que o próprio PS se vê pressionado a definir-se sob pena de poder vir a ser considerado inútil no panorama da democracia partidária. Quem vos escreve não alimenta ilusões sobre de que lado se encontra o PS, mas também não alimenta simplismos. E uma coisa é um PS liberto para fazer o que quer e outra coisa é um PS que não pode fazer o que quer. Todavia, apesar de acossada e desvairada, a direita não está perdida.
O grande capital não perde o norte tão facilmente.
Para situarmos a estratégia da direita é preciso compreender que ela se situa, neste momento, quase toda no plano das ideias e da ideologia, usando  a mentira, a chantagem, o terrorismo e a manipulação como instrumentos de pressão sobre o povo português, com o empenho descarado de Cavaco Silva. É preciso compreender que PSD e CDS estão há meses a repetir a mentira do crescimento e a ladainha da recuperação económica, da diminuição do desemprego e do aumento das exportações e do investimento. Na verdade, toda essa construção é falsa e não corresponde à verdade. Na realidade, o país está mais pobre, está mais desigual, menos democrático e mais dependente – no financiamento e na produção. O país produz menos riqueza do que em 2011 e regrediu mais de 15 anos em muitos indicadores económicos.
Mas a insistência nessa mentira funciona como uma luz ao fundo do túnel para milhões de portugueses. E as ideias, não apenas a matéria, também moldam realidades.
Aceitar que o país está em rota ascendente é cair na primeira esparrela de PSD e CDS. A segunda esparrela é aceitar a ideia de que estamos perante a emergência de um “governo de esquerda”. Porque, independentemente do governo que exercer funções nos próximos anos (ou meses) o país está factualmente asfixiado por uma dívida que foi contraída nos bancos e transposta para a dívida soberana, está factualmente depauperado e com o aparelho produtivo capturado pelos monopólios financeiros e económicos, está factualmente menos capacitado do ponto de vista social para lidar com a exclusão, a pobreza e a miséria, está igualmente depauperado no campo da investigação e desenvolvimento e da produção científica. Ou seja, essa realidade é que é o substrato da política institucional.
E se um Governo PS tomar posse e entrar em funções essa realidade vai continuar a ser o verdadeiro cenário de governação. E PSD/CDS e o seu Presidente estão a fazer todo o caminho actual com os olhos postos no futuro: culpar a “esquerda toda”, o “socialismo”, pelos resultados do desastre que já aí está, mas camuflado pelas suas mentiras e propaganda.
O fio da navalha sobre o que caminhamos é demasiado estreito para equilibrismo – chamar “governo de esquerda” a um Governo liderado pelo PS, ainda que negociando algumas melhorias e medidas positivas para os trabalhadores com o PCP, é começar a tombar já para o lado errado.
Via: Manifesto 74 http://ift.tt/1RDCqC7

30.10.15

Deputado do PSD acede ilegalmente ao mail de centenas de pessoas


antonio garrochinho


Este senhor, sabe-se lá por intermédio de que expediente, está a enviar esta mensagem, junto com o relambório em anexo, para centenas de milhares de caixas de correio de gente que não conhece, cujas base de dados não se sabe onde a conseguiu.
Sabe-se que é deputado desde o dia 23 de Outubro, e que escolheu trollar as caixas de correio alheias para se apresentar, mas seria importante alguém o confrontar com a invasão da privacidade. Se comprou a lista de mails quem a vendeu? Por quanto? Com que verbas? Se acedeu por via do seu estatuto de deputado como o fez? Em nome de quem? Qualquer dia acordamos com deputados da maioria, aos pés da cama, para dar os bons dias, se apresentarem e nos esvaziarem os porta-moedas. Tenham lá juízo.
Ler o relambório intrusivo em anexo:
“Cara cidadão,
No passado dia 23 de Outubro e com o quadro político que todos conhecemos, tomei posse como deputado na Assembleia da República em regime de substituição, ainda que por tempo indeterminado.
Todavia, é tempo de deixarmos de encarar a actividade política como matéria reservada apenas aos eleitos em eleições democráticas, bem como também é o momento de ultrapassar as diferenças ideológicas que por ventura nos separem, a bem do superior interesse nacional.
Desde que me conheço, que participo intensamente na vida da nossa comunidade. Quer pela via associativa, exercendo voluntariado, quer mais tarde através da acção partidária, com a necessária envolvência num partido político, que no meu caso é: o PPD/PSD.
Mas isso não pode jamais dificultar, que quer na qualidade de deputado ou na de cidadão informado, a todas represente e defenda, bem como caminhe no sentido a que todas tenham a mesma igualdade de oportunidades, para que possam fazer chegar os seus pontos de vista, as suas opiniões e a intervirem assim nesta dinâmica de diálogo permanente.
Esse diálogo não se esgota entre eleitos e eleitores, mas deve existir entre cidadãos portugueses interessados na vida do seu país, do seu distrito, do seu concelho ou mesmo da sua simples freguesia.
Convida-a a participar e a fazer ouvir a sua voz, auxiliando-me também desta forma, a cumprir com êxito a missão que desde sempre tenho abraçado.
Defendo uma política de proximidade, que a juntar ao insubstituível contacto pessoal, deve ter incidência nas novas tecnologias, onde o diálogo através das redes sociais e a utilização da comunicação via email, podem e devem ocupar um papel central nesta cidadania activa que perspectiva o futuro.
É tempo de deixarmos de lado as diferenças e de quem sabe por esta via, começarmos a mudança silenciosa de mentalidades que o nosso país e o mundo tanto precisam.
Visite ww.armandosoares.pt e escreva-me se tiver oportunidade.
Grato pela sua participação, conto consigo a bem de Portugal.
Armando Soares

www.lusopt.com

30.10.15

ANDAM BORRADOS !Banca teme governação "hostil" e reclama estabilidade


antonio garrochinho


Banca teme governação "hostil" e reclama estabilidade


Hélder Rosalino, administrador do Banco de Portugal, Carlos Tavares, presidente da CMVM, Faria de Oliveira, presidente da APB, e Nuno Amado, presidente do BCP, na conferência que assinalou os 37 anos da UGT |José Coelho - Lusa


O governo que vier a cumprir os quatro anos de uma legislatura, com maioria à esquerda ou à direita, não poderá mostrar-se “hostil à banca”, advertiu esta quarta-feira o presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB). Faria de Oliveira reclama uma solução governativa que acautele “a estabilidade do sistema bancário”. Já o presidente do BCP, Nuno Amado, alerta para a necessidade de garantir “condições de financiamento da República”.

“Independentemente do governo, creio que o que mais desejamos é que o governo governe bem, que atue de maneira a poder contribuir para que Portugal progrida, se aproxime mais dos países do centro da Europa, e não ande para trás, para se tornar numa curva da Europa”, enunciou Fernando Faria de Oliveira.
O Porto foi esta quarta-feira a cidade anfitriã de uma conferência sobre a banca e os sistemas de regulação e supervisão, por ocasião do 37.º aniversário da UGT.
No entender do antigo número um da Caixa Geral de Depósitos, a “estabilidade” deve ser encarada como o primeiro objetivo de qualquer solução de governo.

“Ainda temos muitas vulnerabilidades no país, temos que prosseguir o caminho do crescimento mantendo os nossos compromissos internacionais, é indiscutível que temos que o fazer. Desde que isso esteja assegurado, como português, o que desejo é que o próximo governo nos governe o melhor possível”, vincou.

O presidente da APB prestava declarações aos jornalistas após a conferência Setor Bancário Português: a Supervisão e a Regulação. Que regras para uma efetiva estabilização do sistema financeiro e a recuperação da sua credibilidade.

“Confiança” é outro dos substantivos em relevo no léxico da banca. O sistema, acentuou Fernando Faria de Oliveira, “necessidade absolutamente de confiança”.

“Nós vivemos numa economia de mercado e a experiência empírica, a história, demonstra-nos que, se no domínio político a democracia é o melhor dos sistemas, no domínio económico a economia de mercado é que gerou mais riqueza”, sustentou o responsável, para acrescentar que a “confiança nas instituições e a estabilidade são vetores fundamentais para sector bancário”.
“Fragmentação”
Sem querer alongar-se em “considerações sobre opções de natureza política”, Faria de Oliveira sublinhou que “o importante” é que “sejam devidamente ponderados todos os fatores que podem manter [Portugal] numa situação de incerteza e de instabilidade”.

Ainda assim, o presidente da APB apontou o que descreveu como “uma nova era” , colocando a “fragmentação política, com surgimento de novos partidos e a diminuição da posição dos partidos anteriores”, entre os elementos que levam “a maiores dificuldades de governabilidade”.
“A longo prazo”
Também Nuno Amado, presente no mesmo evento, disse querer evitar comentar “a parte política”, remetendo-a para “os deputados”. Para, todavia, expressar o desejo de “um governo estável a longo prazo”, que “cumpra de uma forma adequada com os compromissos de Portugal”.

Falhar tais “princípios-base”, propugnou o presidente do Millennium BCP, empurraria o país para um “clima de instabilidade”. O que seria “negativo para as condições de financiamento da República Portuguesa e das entidades que trabalham e atuam em Portugal”, assim como “para o investimento”.

Nuno Amado colocou ainda a tónica numa “preferência”, por contraste com “uma necessidade tão forte”: “Alguma estabilidade na componente fiscal”.

“Há um conjunto de processos de investimento e de análise que confiam numa certa estabilidade fiscal, pelo que seria na minha opinião positivo, pelo menos a curto prazo, para o país podermos manter essas condições”, frisou o banqueiro.

c/ Lusa

30.10.15

MEDO


antonio garrochinho

CAVACO NA LEITURA QUE FAZ DO RESULTADO DAS ELEIÇÕES SÓ VÊ A OBEDIÊNCIA ÀS POLÍTICAS EUROPEIAS QUE FORAM RESPONSÁVEIS PELA SITUAÇÃO EM QUE NOS ENCONTRAMOS.

CAVACO ESTÁ-SE BORRIFANDO PARA A MAIORIA DE ESQUERDA NA A.R. OU SEJA PELO VOTO DO POVO.
NÃO ESTOU CONFIANTE QUE NÃO CONTINUE A MANOBRAR EM MAIS GOLPES PARA IMPEDIR A TODO O CUSTO UM GOVERNO QUE TENHA O APOIO DO PCP/VERDES/BE.

É DETESTÁVEL A AFIRMAÇÃO REPETIDA QUE A ESMAGADORA MAIORIA DO POVO PORTUGUÊS VOTOU PELAS POLÍTICAS DO GOVERNO PASSOS, OU SEJA PELA AUSTERIDADE IMPOSTA PELA TROIKA, PELO BCE, PELA MERKEL, PELO DESEMPREGO, PELA EMIGRAÇÃO PELAS QUOTAS NAS PESCAS, NA AGRICULTURA,. PELA DESTRUIÇÃO DE EMPREGOS ETC ETC.

COM TODA ESTA VERBORREIA PROCURA ABAFAR A REALIDADE QUE É A QUEDA DA DIREITA NO ÚLTIMO ACTO ELEITORAL.

HÁ GENTE COM MUITO MEDO NA DIREITA E CAVACO COMO SEU REPRESENTANTE FEROZ É UM DOS QUE TÊM MEDO, OS CRIMES, A CORRUPÇÃO, A GATUNICE PODE UM DIA VIR A SER PUNIDA CASO NÃO SE TENHA A PROTECÇÃO DO PODER E AS COSTAS QUENTES DA AMIGA "JUSTIÇA"
António Garrochinho