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casepaga

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30.11.15

Quando há muitas baratas numa casa a dificuldade não está nas baratas. O problema é saber donde vêm as baratas para poder acabar com elas


antonio garrochinho

Quando há muitas baratas numa casa a dificuldade não está nas baratas. O problema é saber donde vêm as baratas para poder acabar com elas.

A problemática do Estado Islâmico não está na facilidade que eles têm em vender o petróleo a preço de saldo para poderem adquirir armas.

O grande problema está em quem fabrica as armas e a quem são vendidas.

Enquanto os produtores de petróleo fazem as jogadas de preços e se abastecem, o estado islâmico vende o petróleo e bem poderia meter o produto da venda no "tú-tú" se não estivessem a postos os vendedores de armas e os produtores das mesmas. 

E enquanto nós vamos todos berrando contra os islamitas os detentores do cancro assobiam para o lado e ganham rios de dinheiro à custa de mortes e destruição.

E quem fabrica as armas? 

E quem vende as armas? Ora adivinhem lá!

Entretanto,paralelamente temos uma comunicação social que se fecha em copas e colabora não denunciando os verdadeiros culpados da situação que vão sorrindo satisfeitos com o negócio. 

Fazem bonecos para nos distrair.
Digo eu,pensando pela minha cabeça.


Joe Wolf

30.11.15

VÍDEO - BUSTER KEATON


antonio garrochinho









BUSTER



KEATON












VÍDEO



ATENÇÃO ESTE VÍDEO TEM LEGENDAS EM PORTUGUÊS
BASTA CLICAR NO RECTÂNGULO NO CANTO INFERIOR DIREITO DO VÍDEO ONDE DIZ LEGENDAS, DEPOIS NOVAMENTE CLICAR NA RODA DENTADA A SEGUIR AO RECTÂNGULO E CLICAR ONDE DIZ TRADUZIR, DEPOIS PROCURAR ONDE DIZ LEGENDAR AUTOMATICAMENTE E ESCOLHER A LÍNGUA FAZENDO DESCER O CURSOR  INCORPORADO NO PRÓPRIO VIDEO






30.11.15

A ARTE DA EMPREITA JÁ FOI RAINHA E RESPONSAVEL PELO PÃO NA MESA DE MUITOS ALGARVIOS AGORA ESTÁ PRÁTICAMENTE EXTINTA NO ALGARVE


antonio garrochinho


Empreita - artesanato de palma

A empreita de palma é uma das 

principais formas de artesanato do 

Algarve. Já foi uma actividade com 

bastante peso no orçamento de muitas 

famílias do Barrocal Algarvio, hoje em 

dia, embora ainda seja um tipo de 

artesanato representativo, já não tem a 

importância de outrora. Este tipo de 

artesanato era tradicionalmente um 

trabalho feminino efectuado 

principalmente, quando não havia 

trabalho no campo, funcionava como 

que um complemento no trabalho das 

mulheres.


Artesãs de empreita

A empreita é uma fita entrançada, feita de palma que são as folhas de uma espécie de palmeira anã da região, com ela são efectuados diversos objectos. Inicialmente esta matéria-prima provinha do interior do Algarve, crescia nos matos do Barrocal, posteriormente devido à escassez desta planta, começou a ser importada do sul de Espanha.
Palmeira

Este tipo de artesanato surgiu das necessidades ligadas aos trabalhos dos campos, era necessário ter recipientes para embalar e transportar os produtos agrícolas. Assim, existem uma variedade de objectos e utensílios ligados à agricultura: alcofas, cestos, gorpelhas, esteiras, ceiras, … etc.
Alcofa utilizada nos trabalhos agrícolas e bolsa para transportar os alimentos para o campo


Mais tarde a empreita passou a ser utilizada no fabrico de objectos do quotidiano: chapéus, vassouras, vasculhos, capachos, tapetes, abanos, bases para a mesa, fruteiras, sacos diversos, revestimentos para garrafas e garrafões de vidro e até a estrutura de berços de bebé era feita com empreita.
Base para a mesa
Fruteira

Actualmente, a empreita é utilizada quase exclusivamente com finalidades decorativas sendo uma das atracções turísticas do Algarve.
O fabrico dos objectos em empreita divide-se em várias fases:
- Em primeiro lugar é preciso preparar as folhas de palma (fervas de palma). A palma ou era colhida no mato e colocada a secar ao sol ou era comprada já seca.
Palma a secar

- Seguidamente é escolhida, pois a mais grosseira é para utensílios menos exigentes, a outra é tratada.
- A palma é então molhada para que seja mais fácil manuseá-la.
- A fase seguinte é enxofrar a palma, processo para clarear a palma através de um banho de vapores de enxofre. O enxofre é colocado a arder num recinto fechada junto da palma, este processo dura pelo menos um dia.
- Depois é rachada que é o processo em que se separam as folhas.
Um "olho" de palma rachada e outro ainda não rachado

- Se as folhas são muito largas, ripa-se para que as fitas fiquem quase uniformes.
- Por vezes utiliza-se alguma palma tingida, para produzir efeitos artísticos nos objectos, esse tingimento é obtido passando a palma por um banho de água quente onde se depositou a tinta.
- Depois de enxofrada e pintada a cada “olho” de palma corta-se o pé para soltar as folhas.
- Com a palma assim preparada, e depois de molhada, começa-se então a fazer uma comprida fita entrançada.

- Esta empreita que costuma ser medida às "braças" é enrolada e pode ser novamente enxofrada.
- Posteriormente, com a ajuda de uma agulha de cobre, a empreita é cosida com folhas finas de palma molhada para ficar mais flexivel, ou com baracinhas. As baracinhas são um fino cordão feito com palma enrolada.
- Depois de o objecto adquirir forma são necessários acabamentos: o debruar para rematar o bordo do objecto, as asas quando necessário que são feitas em baracinhas, finalmente cortam-se as pontas de palma que ficam a sobressair e está pronto.
Saco de empreita


Base para a mesa

Tapete e vários sacos em empreita na Feira do artesanato de Quarteira




Abanos e outros utensíliosDiversos tipos de sacosSacos, capacho e vassoura

VÍDEO 










fotos




agulhas pasa coser empreita (em cobre) 








algarvepontosdevista.blogspot.pt

30.11.15

O QUE EU PENSO DOS JUDEUS E DO SIONISMO


antonio garrochinho

O QUE EU PENSO DOS JUDEUS E DO SIONISMO
O POVO JUDEU COMUM, É APENAS MASSA DE MANOBRA, COMO O SÃO TODOS OS POVOS DO MUNDO DE QUALQUER NACIONALIDADE OU ETNIA.
AS LIDERANÇAS DAS CONSPIRAÇÕES CAPITALISTAS E DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS GLOBALISTAS, QUE MANIPULAM E GOVERNAM OCULTAMENTE O MUNDO, SÃO UMA MISTURA DE JUDEUS RICOS E PODEROSOS, GENTE CIVIL E MILITAR DE TODOS OS POVOS, LÍNGUAS E NAÇÕES.
CONCORDO QUANDO SE ACUSAM OS JUDEUS DE FAZEREM PARTE DESSAS CONSPIRAÇÕES INTERNACIONAIS.
O QUE EU DISCORDO, É QUE ELES NÃO DEVERIAM SER OS ÚNICOS A RECEBEREM ESSA IMPUTAÇÃO E QUANDO SE ATRIBUEM AS ACUSAÇÕES TEMOS QUE SABER SEPARAR OS QUE SÃO GENTE DE BEM DOS CRIMINOSOS.OU SEJA DOS FUNDAMENTALISTAS, DOS SIONISTAS ASSASSINOS, DOS COLONOS, DOS BANQUEIROS E AGIOTAS QUE PAGAM PARA MATAR E CHACINAR.
HÁ GENTE DE TUDO QUANTO É NACIONALIDADE, NO MEIO DAS CONSPIRAÇÕES PARA DOMINAR O MUNDO.
O PROBLEMA É QUE ELES OS SIONISTAS SE ACABAM DESTACANDO,NA MINHA OPINIÃO DERIVADO À SUA AMBIÇÃO E AO DESEJO FORTE DE DOMINAR O MUNDO ATRAVÉS DA ECONOMIA E DE GOLPES OBSCUROS CRIMINOSOS E SANGRENTOS.
Os JUDEUS ACABAM POR SER ARIANOS POIS NÃO SE MISTURAM COM OUTRAS RAÇAS, NÃO JUNTAM O SANGUE COM OUTROS POVOS, SÃO FUNDAMENTALISTAS E EXCLUSIVISTAS.
OS SEUS SÍMBOLOS CONTÊM LINGUAGEM SECRETA
(TIPO MAÇÓNICA) E HÁ FORTUNAS PODEROSAS POR TODO O MUNDO CUJA PRÁTICA NÃO ABONA NADA EM RELAÇÃO À POSTURA DE PAZ E AMOR QUE DIZEM TER, AO RESPEITO PELAS LIBERDADES.
TEMOS OS ROCKEFELLER POR EXEMPLO NOS EUA E SÃO MUITOS OS EXEMPLOS DE JUDEUS QUE O MUNDO ODEIA PELOS ACTOS QUE COMETEM PELAS CONSPIRAÇÕES QUE FAZEM E QUE FINANCIAM.
NÃO SOU ANTI-SEMITA OU OUTRA COISA QUALQUER, RESPEITO TODOS OS POVOS MAS NÃO ME CALO A ASSASSÍNIOS, GENOCÍDIOS, INJUSTIÇAS, SEJAM PRATICADAS POR QUEM QUER QUE SEJA.
A PALESTINA SOFRE A OCUPAÇÃO DAS BESTAS QUE PRATICAM A BARBÁRIE , OS SIONISTAS SÃO CRIMINOSOS DE GUERRA QUE TÊM QUE SER JULGADOS E CONDENADOS, OS GOVERNANTES, E OS QUE LHES DÃO APOIO TAL COMO FORAM OS NAZIS QUE FORAM FUZILADOS, ENFORCADOS, FORA OS QUE SE SUICIDARAM E ALGUNS QUE ESCAPARAM.
António Garrochinho
Foto de Garrochinho Antonio.

30.11.15

A CHINA E OS SEUS INCRÍVEIS ACROBATAS - VEJA O VÍDEO


antonio garrochinho



Com uma população de mais de 1,36 bilhão de pessoas, a China tem um longo e duradouro conto histórico de realização de esforços grandiosos, combinando coletivamente o poder do seu povo em favor de uma tarefa épica. Seja a construção de um palácio, um grande prédio, ou de uma nova estação de metrô, eles sempre conseguem alcançar algo que deixa o restante do mundo perplexo. Portanto, não foi nenhuma surpresa que, durante os Jogos Olímpicos da Juventude de 2014, em Nanjing, a cerimônia de abertura tenha sido igualmente deslumbrante.


Com um coreografia de cair o queixo intitulada "Torre da Construção de Sonhos", suspensos por cabos, os acrobatas apresentaram uma bel combinação sincronizada de acrobacias complexas, criando uma ondulante, mutante torre humana de luz. Mais do que tempo, mais do que dinheiro, o nosso recurso mais valioso é nós mesmos: as pessoas.


VÍDEO


http://www.mdig.com.br

30.11.15

A PINTURA DE ALBIN VESELKA


antonio garrochinho











































Albin Veselka - Biografia










Nascido em 1979, o interesse de Albin em arte 
chegou muito cedo.

   
A carreira de Albin tem sido uma experiência 
de aprendizagem contínua. 
Seu crescimento é algo natural, enquanto ele 
busca pela excelência através da educação e 
do trabalho duro. 
Ele está constantemente a encontrar novas 
coisas para apreciar nos mestres vivos e falecidos.
Algumas das influências  são Nicolai Fechin, 
John Singer Sargent, Abram Arkhipov, Joaquin Serolla, 
Ilha Repin, Richard Schmid, Dan Gerhartz, 
Mike Malm, Carolyn Anderson, Gerald Griffin 
e Leon Parson.
  

   
Albin actualmente vive em Rexburg Idaho com 
sua esposa Jenee e seus três filhos. 

Ele também ensina pintura a tempo parcial na 
BYU Idaho, onde sua educação artística começou.


  
Albin Veselka - Biografia

30.11.15

O PORTUGUÊS QUE DEU A VOLTA AO MUNDO ATÉ TIMOR E NUNCA MAIS VIAJOU


antonio garrochinho



Vato Boro, Timor-Leste, 23 nov (Lusa) - Em outubro ou novembro de "1964 ou 65", não se lembra bem, José Serra, saiu do Fundão, deu a volta ao mundo e, mais ou menos um mês depois, chegou a Timor-Leste, de onde nunca mais saiu.
Avô Serra, como é conhecido por aqui, completou 85 anos em outubro e é o decano português em Timor-Leste, com 50 anos de vida no território, alguns dos quais marcados por meses no mato a fugir à guerra civil timorense e, posteriormente, aos ataques indonésios.
Depois de fazer 15 mil quilómetros, desde a pequena aldeia de Joanas, Castelo Branco, José Serra nos últimos 50 anos praticamente não saiu do corredor de terra de 100 quilómetros entre Díli e a fronteira com a Indonésia, a ocidente.
"Cheguei a Timor dia 13 ou 14 de dezembro. Não tinha nada a ver com o Fundão. Eu estava em São Vicente da Beira, Joanas e já cá tinha um irmão. Ele vivia menos mal e como lá em Portugal também se vivia muito mal, vim", contou à Lusa.
O irmão, que no início o tinha recebido muito bem, começou a tratá-lo mal, pelo que decidiu 'independentizar-se', pedindo ajuda ao então governador, Alves Aldeia, para lhe arranjar algumas cabeças de gado para poder viver.
"Deu-me 200 canos para puxar a água, deu-me cinco contos para tratar o café e 25 cabeças de gado. Tive que ir buscar o gado a Díli. Demorei uma semana a pé para voltar", recorda.
"Com as 25 cabeças cheguei a ter 400. Estava todo contente. E então meteu-se a filha da mãe da guerra. Chegou 1974 e começaram os partidos. Em 1975 já não pude fugir", lamenta.
Até visitar Díli tem sido algo pouco comum para o 'avô', que prefere a tranquilidade do topo do monte em Vato Boro, um pequeno 'suco' de 10 aldeias a oito quilómetros da vila de Maubara, melhor medidos em 35 minutos de carro aos solavancos pela estrada, que outrora, ligava a capital à fronteira.
Em 1975 e nos anos seguintes chegou a pensar em fugir, escapando à guerra civil e depois à ocupação indonésia, mas não conseguiu: o território estava praticamente fechado.
Chegou a ter viagem marcada, passaporte pronto e sapatos comprados para ir lá já neste século, aproveitando o programa do Governo português, Portugal no Coração, que ajudava a que portugueses fora de Portugal há muito tempo fossem fazer uma viagem à terra natal.
"Tive medo. Tive medo de não voltar", conta.
"Eu estou muito contente com a independência. Mas se eu ainda pudesse andar e andar, queria ir ainda a Portugal. Queria ir mesmo a Portugal. Todos me querem levar, mas eu digo: se for, já não volto, estou velho. E fico triste por deixar aqui todos os que ajudei a criar", admite.
Pode ter ajudado ao medo o infortúnio dos dois que em Timor-Leste beneficiaram do programa: um morreu em Portugal poucos dias depois de chegar, o outro morreu em Timor-Leste menos de um mês depois de regressar.
Até os sapatos correram mal: para um homem que há 50 anos que anda descalço ou de chinelos, os sapatos duraram umas dezenas de metros nos pés.
Hoje, apesar das melhorias dos últimos anos, continua a viver em condições pobres, o que não o impedem de ajudar os vizinhos que ali fizeram casa, à sua volta, mercê das vendas de fruta e animais que faz para o Hotel Timor em Díli.
"Esta semana tive azar. O carro chegou lá baixo mas á entrada de Díli avariou", recorda.
Mas Serra parece pouco preocupado, recordando momentos mais difíceis e o rádio "filipe" que tinha enterrado na terra, e que mesmo sem antena deixava acompanha as notícias de Portugal.
"Mas eu sou português e nunca troquei a minha camisa por outra. Sou sempre português. E quem quer ser um bom português tem que vir para aqui. Porque aqui têm mais amizades aos portugueses, mais saudades", disse.
O seu gado ajudou a alimentar os soldados e o seu rádio serviu para dialogar com os indonésios que lhe diziam que ele era o embaixador de Portugal em Maubara.
"Ó senhores polícias e militares, não digam isso. Sou português, mas sou mais de Timor. Os embaixadores portugueses não andam assim descalços. Têm boa gravata, bom casaco e bons sapatos, não andam esfarrapados como eu", respondia.
"E ele dizia que eu lá tinha um rádio e eu dizia: tenho um rádio mas o senhor tem que me dar dinheiro para comprar a pilha, para eu ouvir Portugal. E eles pousavam as armas e bebiam café", conta.
// APN - 

paginaglobal.blogspot.pt

30.11.15

Jornais Sol e i vão fechar


antonio garrochinho


O grupo angolano que detém os jornais Sol e i decidiu encerrar as duas publicações. A ideia da Newshold de Álvaro Sobrinho é criar um novo projecto jornalístico com apenas um terço dos trabalhadores dos dois jornais.
A notícia é avançada pelo jornal Público, que salienta que a decisão foi comunicada aos trabalhadores do Sol e do i em plenário realizado esta segunda-feira.
Este processo deverá levar ao despedimento de cerca de 120 pessoas, permanecendo agregadas ao novo projecto jornalístico a criar apenas 66 trabalhadores, ainda de acordo com o Público.
O diário realça os “elevados prejuízos” dos dois jornais como argumento do grupo de Álvaro Sobrinho para os encerramentos.
Só em 2014, o Sol terá tido prejuízos da ordem dos 4,4 milhões de euros, enquanto o i terá tido resultados negativos de 3,8 milhões de euros.
A reestruturação no grupo vai também motivar cortes salariais nos trabalhadores que ficam, segundo avança o jornal Expresso.
“No caso dos directores, esses cortes podem atingir 50% do vencimento actual“, aponta o semanário.
O Expresso acrescenta que “regalias como os telemóveis até agora pagos pela empresa ou a carrinha que garantia a ligação gratuita entre Lisboa e a sede dos jornais (em Queijas) também serão cortadas”.
A nova publicação que a Newshold pretende criar deverá incluir uma edição diária e outra semanal, segundo o Público.
ZAP

30.11.15

O CHOCALHO CANDIDATO A PATRIMÓNIO MUNDIAL


antonio garrochinho


O CHOCALHO CANDIDATO A PATRIMÓNIO MUNDIAL
OUVI HÁ POUCO NA TSF QUE ESTE SIMPÁTICO OBJECTO SE CANDIDATA A PATRIMÓNIO MUNDIAL, CANDIDATURA COM A QUAL ESTOU DE ACORDO COM UM PEQUENO SENÃO.
NÃO ALARGUEM A CANDIDATURA ÀQUELES CHOCALHOS DETESTÁVEIS QUE EXISTEM POR TODO O LADO INVENTANDO MENTIRAS, DESVENDANDO SEGREDOS, CRIANDO DIVISÕES.
HÁ.-OS POR TODO O PAÍS E NA MINHA TERRA OS CHOCALHOS SÃO COISA QUE NÃO FALTA.
PARABÉNS AO LEGÍTIMOS CANDIDATOS.
António Garrochinho

30.11.15

Ontem no «Público» - Entre carradas, duas pérolas da inefável Teresa de Sousa


antonio garrochinho

Ontem no «Público»

Entre carradas, duas pérolas 
da inefável Teresa de Sousa
A já antiga jornalista deve achar que o PS nunca «serviu» a direita quando fez um governo com o CDS e outro com o PSD ou quando Jaime Gama proclamava da sua bancada na AR que o PS tinha privatizado muito mais que a direita. E também deve estar conveniente esquecida que o PS sempre que foi chamado a formar governo minoritário ou maioritario (salvo uma vez para uma conversa puramente formalista para inglês ver) nunca consultou o PCP.
Quando qualquer pessoa com tino diz «a minha geração» seria suposto que se estivesse a referir às outras pessoas com uma idade próxima da sua (salvo erro, no caso T. de S., 63 anos) e, nunca por nunca ser, aos que tinham ideias semelhantes ou próximas das suas suas. Teresa de Sousa não é da minha geração, porque se fosse aqui estava um exemplo de carne e osso de alguém da sua geração que lutou bastante contra o fascismo mas não lutou contra o (fantasiado)«golpe comunista depois do 25 de Abril.» De qualquer modo, conheço umas boas dezenas de pessoas da geração de Teresa de Sousa que também não alinharam nesse combate dela. O que, se houvesse mais senso e menos ego, deveria fazer Teresa de Sousa perceber que não é dona da sua «geração».