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casepaga

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01.09.17

Não há Festa como esta


antonio garrochinho








É hoje. Pelas seis da tarde abrem-se aos visitantes as portas de mais uma edição da Festa do Avante!. Uma realização -- por muitos reconhecida como a maior iniciativa político-cultural realizada no país -- que marca um momento importante na acção do partido que a edifica, o Partido Comunista Português. Nesse sentido mais literal que o franquear de portas significa enquanto condição de acesso ao aprazível espaço da Atalaia, ampliado desde o ano passado à Quinta do Cabo, se pode falar de entrada. Entrada na dimensão física do termo e não reentrada política, as muito faladas rentrées, que por via daquele toque parisiense do termo lhe dá uma dimensão de modernidade e finura que, assentando sempre bem, muitos preferem usar. Não tendo nada contra o termo, gramaticalmente examinado, a verdade é que no caso presente ele não só não se aplica como parte de pressuposto errado. Em rigor, e no respeito pelo que o vocábulo traduz, o acto de reentrada tem como condição prévia o de saída. Não questionando o direito ao uso do termo ou à identificação de quem quer que seja com o conceito, preferimos não o adoptar. Respeitado o inalienável direito a férias de milhares dos seus membros, a actividade do partido a que pertenço não conheceu intermitência. 

Cá estivemos e muitos nos encontraram na diversificada actividade que neste período mais recente desenvolvemos. Mas sobretudo, prova das provas dessa continuada intervenção, o trabalho de construção da festa pelas mãos de milhares de homens e mulheres, jovens e menos jovens, membros do PCP, simpatizantes ou mesmo outras pessoas que sentem e vivem a festa como sua. Uma construção que faz desta realização obra colectiva, baseada numa acção militante, simultaneamente generosa e convicta, dos que a todo o momento tomam nas suas mãos o que delas depende, sabendo que cada pedaço da sua contribuição individual, do seu tempo e do seu saber faz parte de um caudal mais vasto que é património de todos e parte da luta que travam por um Portugal com futuro. Uma construção que tomam como sua em chão que contribuíram para adquirir.

Bem-vindos pois à festa. Cá nos encontraremos neste espaço aberto a todos. Espaço de convívio e tranquilidade por mais que alguns se esforcem em não querer aceitar. Uma festa simultaneamente tomada como sua pela juventude e pelos milhares de famílias que entrelaçando gerações dela usufruem. Espaço marcado pelo respeito mútuo vivido por muitos, todos bem acolhidos, de diversos posicionamentos políticos, culturas ou credos. Um espaço marcado pela solidariedade humana, pela dimensão internacionalista e pela multiculturalidade que, dos espectáculos ao pavilhão da imigração, marca presença.

Uma festa que é expressão da dimensão cultural associada ao projecto do partido que a promove. Do teatro ao cinema, das artes plásticas (com a 20.ª Bienal de Artes Plásticas) à ciência, do desporto à literatura, da gastronomia ao artesanato, lá se encontrarão os pontos de interesse que preencherão os diferentes gostos dos visitantes da festa. E um programa de espectáculos, mais de duas centenas em múltiplos palcos, capaz de atrair públicos tão diversificados que, do jazz ou da música popular, do fado à música tradicional, lá encontrarão resposta. Ah!, e a não perder, a exemplo de todas as noites do primeiro dia da festa, a força comunicativa e contagiante da música clássica pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e do Coro Lisboa Cantat, sob a direcção dos maestros Vasco Pearce de Azevedo e Jorge Alves.

E também assumidamente um programa político. Presente na atmosfera em que a festa é vivida, na afirmação do projecto, do programa e das soluções para dar resposta aos problemas dos trabalhadores, do povo e do país: na multiplicidade dos debates, nas exposições, na evocação do centenário da revolução socialista de Outubro com a sua actualidade, na afirmação da Coligação Democrática Unitária e no seu percurso de trabalho, honestidade e competência ao serviço das populações, na afirmação da política patriótica e de esquerda de que o país necessita. E naturalmente no acto de abertura e no comício de encerramento.

Aos que se preparem para "aqui del-rei" não há direito de usar este espaço para fazer propaganda apenas se acrescentará que, por mais que isso os incomode, a Festa do Avante! é talvez um dos momentos em que de modo mais evidente se desfazem preconceitos e permitem dar a conhecer o que propõe e move a acção dos comunistas em Portugal. Certo de que todos os outros, a grande imensidão dos que lêem e os que dirigem este jornal, saberão ler neste texto não um manifesto de propaganda mas tão-só a expressão de uma realização associada a uma força com uma intervenção política indissociável da concepção de democracia cultural que assume no seu projecto de sociedade.

Jorge Cordeiro


www,.dn.pt

01.09.17

Café Aliança de Faro é imagem de emissão de selos hoje lançada pelos CTT


antonio garrochinho


O Café Aliança, em Faro, é um dos seis que figuram na emissão filatélica “Cafés Históricos”, que relembra alguns dos cafés portugueses mais emblemáticos do País, hoje lançada pelos CTT.
Esta emissão é composta por cinco selos e um bloco representativos de seis cafés, nomeadamente: o Café Aliança, em Faro, o Café A Brasileira, em Braga, a Pastelaria Manuel Natário, em Viana do Castelo, o Café Milenário, em Guimarães, o Café Piolho (Âncora D’Ouro), no Porto, e a Pastelaria Versailles, em Lisboa.
Segundo os CTT, «todos os cafés representados nesta emissão filatélica marcam de vários modos a identidade local e nacional associada à vivência urbana. “Tomar um café” continua a ser um dos mais distintivos hábitos do carácter português. Esta expressão há muito que representa muito mais do que o ato de apreciar esta bebida quente. A frase passou a traduzir um compromisso de uma conversa, de um encontro entre amigos, de um ponto de encontro».
«A era dourada dos cafés em Portugal ficou para trás, num período compreendido entre meados do século XIX e o final da primeira metade do século XX. Nessa época, o café como lugar de convivialidade conhecia uma forte afirmação entre a burguesia urbana. Algo que se viria a confirmar nas décadas seguintes, com a abertura de estabelecimentos cada vez maiores e sofisticados na decoração e no serviço. Um bom exemplo pode ser encontra do na elegante A Brasileira de Braga, aberta em 1907 e incluída nesta série», acrescenta a empresa responsável pela emissão dos selos.
Os cafés mais antigos e carregados de história «não têm só um património material rico, mas também um património imaterial grandioso».
Esta emissão faz parte do 2º grupo de selos da série filatélica “Cafés Históricos”, tendo a primeira sido apresentada em Outubro do ano passado. Os CTT voltam assim a mostrar que «procuram, através da filatelia e de acordo com a sua tradição, divulgar motivos de elevado interesse nacional enaltecendo neste caso a história e arquitetura portuguesas».
Esta emissão é composta por cinco selos com o valor facial de 0,50€ cada e uma tiragem de 125 000 exemplares cada; o bloco com um selo tem o valor de 1,40€ e uma tiragem de 45 000 exemplares. Os selos têm um formato de 30,6 X 40 mm e o bloco de 95X125mm.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores, em Lisboa, Município, no Porto, Zarco,  no Funchal , Antero de Quental,  em Ponta Delgada, Avenida, em Braga, Loja CTT de Faro, Loja CTT Guimarães e Loja CTT Viana do Castelo.


www.sulinformacao.pt

01.09.17

Agora não dizem nada!


antonio garrochinho



" O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos advertiu nesta quinta-feira (31) que nos últimos meses centenas de civis foram mortos na cidade síria de Raqqa, durante bombardeios realizados pela coligação liderada pelos EUA.Entre os casos citados estão os bombardeios de 21 de agosto que atingiram as áreas residenciais de Al-Skhani e Al-Badu, matando 53 civis, incluindo 17 mulheres e 10 crianças."
Os nossos "missionários " dos direitos humanos que tão preocupados estiveram com os bombardeamentos russos não têm nada a dizer agora ? 
"De acordo com a entidade com sede em Genebra, esses ataques aéreos, feitos supostamente para aniquilar o Estado islâmico (EI), que ocupou a localidade do norte da Síria em 2013, aumentaram drasticamente em agosto, chegando a 1.094 ataques, quase o dobro dos registrados em julho (645).
O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad al-Hussein, declarou que a luta contra o terrorismo não pode ser realizada à custa da vida de pessoas inocentes"


foicebook.blogspot.pt

01.09.17

10 segredos sobre os parques da Disney que quase ninguém sabe


antonio garrochinho


Praticamente todas as crianças do mundo já sonharam em visitar os parques da Disney ao menos uma vez em sua vida.


No entanto, todo espetáculo possui bastidores e quem está acostumado a ver as engrenagens por trás dos efeitos sensacionais sabe que toda magia envolve truques e esforços bem maiores do que a maioria das pessoas sequer poderiam imaginar.

Por isso resolvemos trazer 10 segredos desse parque que até o momento eram desconhecidos por você.

Sem mais delongas, assista ao vídeo abaixo, do canal Fatos Insanos:



tudorocha.blogspot.pt

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