Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

casepaga

casepaga

01.02.18

EM DIRECTO NA TV RUSSA EXALTARAM-SE OS ÂNIMOS E HOUVE AGRESSÕES POR CAUSA DE STALIN (VÍDEO)


antonio garrochinho



O porta-voz do governo russo saiu e disse: "Você vê como até mesmo os mastodontes do jornalismo como estes não podem conter suas emoções".


VÍDEO







Um debate acalorado sobre Joseph Stalin despertou as paixões de dois jornalistas russos em televisão completa.
A discussão foi sobre o papel do líder soviético na Segunda Guerra Mundial, onde o historiador Nikolai Svanidze adotou uma posição crítica e disse que era responsável por "uma das derrotas mais catastróficas do Exército Vermelho" .
"No final de 1941, 3,8 milhões de soldados soviéticos foram presos pela Alemanha", criticou o painelista.

 
No entanto, o colunista Maxim Shevchenko o acusou de "cuspir nos túmulos" dos russos uniformizados e enfatizou que a guerra foi conquistada precisamente por causa da "liderança ironica" de Stalin.
O ataque foi respondido duramente por Svanidze, que disparou: "Scoundrel, se eu tivesse você mais perto, eu lhe daria uma boa sova" , a que Shevchenko respondeu: "Covarde" .
Naquele momento, o historiador anti-stalinista levantou-se e deu uma bofetada contra ele , que foi respondido por vários golpes convincentes do pró-soviético que derrubou o contendor e o deixou no chão.

 
A briga foi interrompida por outros jornalistas do jornal Komsomólskaya Pravda , que separaram seus colegas para o nervosismo desencadeado do motorista.
Após o fato, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, lamentou a atmosfera de tensão gerada por Stalin e comentou: "Você vê como até mesmo os mastodontes do jornalismo como esses não podem conter suas emoções" .
Além disso, a autoridade ratificou a decisão do Ministério da Cultura russo de suspender a comédia britânica "A morte de Stalin" em relação à memória do líder da URSS e dos soviéticos caídos em combate na Segunda Guerra Mundial.



www.adnradio.cl

01.02.18

Os novos Filipes


antonio garrochinho


Presidente do CTT, vamo-lo defenestrar
Os Filipes de Espanha privatizaram o Correio-Mor, o PS/PSD/CDS acordaram privatizar os CTT.

A 6 de Novembro de 1520, D Manuel I, publicou a Carta Régia que criava o ofício de Correio-Mor, entregando a gestão deste ao seu Cavaleiro Luís Homem. O serviço de Correio-Mor era público, isto é, qualquer cidadão, mediante o pagamento de uma quantia, podia utilizá-lo.

O Correio-Mor foi um cargo de nomeação régia até 1606, quando foi vendido, pelo Rei Filipe II, ao Marquês português Luís Gomes da Mata, pela quantia de 70 mil cruzados. 

A família Gomes da Mata manteve a posse da exploração dos correios durante dois séculos

A pressão gerada pelo aumento imparável do número de utentes e as inúmeras críticas feitas ao serviço postal prestado pelo Correio-Mor levaram o Rei D. Pedro III a incorporá-lo no Estado, em Janeiro de 1797. 

Para além do objetivo de tornar o serviço eficiente e totalmente público, o Estado pretendia chamar a si uma ótima fonte de rendimentos, e ter o controlo da informação que circulava por via postal.


01.02.18

A Autoeuropa irá acabar, tudo na vida acaba... até os carros. Que venham então os drones.


antonio garrochinho


Trabalhadores da Autoeuropa resolvendo problemas da fábrica... (foto daqui)

Há gente, muita e diversa gente, aqui em Portugal e de aquém e além mar, que diz que os portugueses são os maiores... desde que não sejam sindicalizados. Porque isto de se inscreverem em sindicatos os torna, irresponsáveis, calões, suicidas, parvos. E exemplificam com a Autoeuropa. 

Dizem, nos mais diferentes estilos, desde os mais primários aos que se julgam evoluídos, que quando a Autoeuropa, pata-tá, pata-ti, sair daqui é que vai ser... e depois, uns citam o DN, outros o Público ou o Expresso, outros a imprensa especializada em economia, aquela toda que a propósito de outra notícia é denunciada como manipuladora, por terem colunistas que fazem o frete para assegurarem a avença, e que a precariedade nas redações grassa,  etc, etc. como se essa realidade não fosse transversal a todas as notícias...

Como sabem, há muito que leio a imprensa com pinças, não que receie contágio mas porque não se mexe em matéria em elevado estado de degradação, à mão. 

E sobre a Autoeuropa decidi ir fazer outras leituras: os boletins internos da empresa. Li uns quantos, de 2007, de 2010 e um ou outro mais recente  de 2017 e cheguei a uma conclusão: com trabalhadores daqueles (destes) os alemães não vão embora, e não é o elevado investimento nos processos de fabrico que os inibe... é outra coisa. Outra coisa que a VW não consegue na Índia ou na África do Sul... nem certamente em Marrocos.

Querem se dar ao trabalho de seguir o mesmo caminho que eu segui? Então cliquem na chave de entrada: KVP Cascata. Força, não custa nada.

conversavinagrada.blogspot.pt

Pág. 51/51