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casepaga

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31.07.18

O que faz falta é um Alberto João em cada esquina


antonio garrochinho




Rui Rio anda perto da frase em epígrafe quando nos questiona se "já alguma vez imaginámos se em vez de um, houvesse quatro ou cinco Alberto João por esse país fora?".
Os ares da Madeira provocaram uma acentuada excitação em Rui Rio, ao ponto de este não caber em si de felicidade de cada vez que tocava no nome de Alberto João Jardim. Não poupou elogios e foi ainda mais longe, sugerindo o paraíso na terra, ou melhor cinco ou seis Albertos por "esse país fora".
Rui Rio aparece na liderança do PSD rodeado de uma aparente tibieza que esconde a sua veia populista à qual não será estranha um conjunto de  formas endurecidas de actuação, chocando naturalmente com as boas práticas democráticas. De resto, recorde-se a relação pouco democrática de Rio com a comunicação social, enquanto Presidente da Câmara do Porto.
Quem faz a apologia do caudilho multiplicado por cinco ou seis dificilmente terá futuro na democracia. Percebe-se que a vida tem andado difícil para Rio, mas não vale tudo, ou pelo menos não devia.
De qualquer modo, diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és ou diz-me quem elogias profusamente dir-te-ei quem és.



triunfo-da-razao.blogspot.com

31.07.18

França (e não só) em choque com vídeo de mulher ser agredida por reagir contra assédio


antonio garrochinho



As imagens virais mostram o momento em que uma jovem de 22 anos é agredida na cara, junto a uma esplanada em Paris, por um homem que a tinha assediado e que, num primeiro momento, tentou atingi-la com um cinzeiro


VÍDEO
A esplanada de um café perto do parque de Buttes-Chaumont tinha bastantes clientes ao final da tarde de terça-feira, quando se deu o episódio que, captado pelas câmaras de video vigilância, está a correr mundo através das redes sociais.
Marie Laguerre, 22 anos foi abordada por um homem que, segundo conta, "fez barulhos porcos, comentários e assobiou". A jovem diz que gritou "cala-te!" e o homem agarrou um cinzeiro que estava numa mesa e atirou-o na sua direção.
Em declarações ao Le Parisien, Marie recorda que foi humilhante, mas que se recusou a baixar a cabeça. O homem acabaria por dar a volta a esplanada para ir ao seu encontro, desta vez para lhe bater.
As imagens permitem ver que o agressor ainda esteve uns momentos a conversar com quatro dos presentes, antes de seguir caminho. As autoridades estão agora a tentar encontrá-lo.
A ministra francesa para a Igualdade, Marlene Schiappa, já comentou o episódio, dizendo-se "horrorizada mas, infelizmente, não surpreendida".
O vídeo tornou-se viral e traz para a ordem do dia a nova lei contra o assédio nas ruas, que deverá ser aprovada no Parlamento francês ainda esta semana, e resultar nas primeiras multas já no próximo outono. Os ofensores sujeitam-se a ter de pagar entre 90 a 750 euros


visao.sapo.pt

31.07.18

31 de Julho de 1944: Antoine de Saint-Exupéry, autor de "O Principezinho", desaparece num voo de reconhecimento


antonio garrochinho

Aviador e escritor francês, Antoine-Marie-Roger de Saint-Exupéry nasceu no dia 29 de junho de 1900, em Lyon,oriundo de uma família antiga da nobreza rural. 

O pai, um executivo de uma companhia de seguros, faleceu em 1904 vítima de apoplexia, o que terá levado a mãe, mulher de sensibilidade artística, a mudar-se com os filhos para Le Mans, em 1909. O jovem Antoine passaria portanto os seus anos de meninice no castelo de Saint Maurice de Rémens, rodeado das atenções das irmãs, tias, primas, amas e amigas da família.

Deixaria o castelo para estudar nos colégios jesuitas de Montgré e Le Mans e, na Suíça, entre os anos de 1915 e1917, num colégio interno dirigido por padres marianos, em Fribourg. Após ter sido reprovado no exame final dos preparatórios para a universidade, ingressou na Escola de Belas-Artes como estudante de Arquitetura.

Em 1921 começou o cumprimento do serviço militar, às ordens do Segundo Regimento de Caçadores mas, como havia antes, aos doze anos de idade embarcado pela primeira vez num avião, foi enviado para Estrasburgo com a finalidade de receber treino como piloto. Fez o seu primeiro voo desacompanhado a 9 de julho de 1921 e, no ano seguinte, com a obtenção do brevet, recebeu uma proposta de adesão à Força Aérea francesa. Acabaria por recusar, cedendo às pressões da família da sua noiva, a romancista Louise de Vilmorin, e tentou estabelecer-seem Paris, trabalhando num escritório e escrevendo em simultâneo.

A vida de aspirante a homem de família em Paris não se revelou muito proveitosa para Saint-Exupéry. Assim, após ter calcorreado sucessivos empregos, de guarda-livros a caixeiro-viajante, viu romper-se o noivado, e decidiu retomar a sua carreira na aviação.

Numa época em que a aviação postal dava os seus primeiros passos como séria concorrente às expedições por via marítima e férrea, Antoine de Saint-Exupéry passou a pertencer, com a assinatura de um contrato com a Aéropostale, ao grupo de pioneiros cuja coragem desafiava os limites da razão e da segurança, batendo recordes de velocidade para entregar o que o escritor gostava de considerar como cartas de amor.

Em 1926 publicou, na revista literária Le Navire d'Argent, o seu primeiro conto, L'Aviateur.

Fazendo a ponte aérea entre a França e o Norte de África durante três anos, e escapando à morte por diversas vezes, Saint-Exupéry ascendeu, em 1928, ao cargo de diretor do aeródromo de Cap Juby, no Rio de Oro, situado no deserto do Sara. Aí, não só se sentiu fascinado pela aridez da paisagem, como encontrou tempo e disposição para escrever   

CourrierSud (1929), o seu primeiro romance, em que tratava o fracasso da sua relação com Louise contraposto à bravura dos pilotos da aviação postal.

Ainda no mesmo ano, Saint-Exupéry mudou-se para a América do Sul, onde foi nomeado diretor da  companhia Aeroposta Argentina. Pilotando aviões de correio, voou através dos Andes, amealhando experiências que lhe serviram como material para o seu segundo romance, Vol de Nuit (1931, Voo na Noite), que logo se tornou  ums ucesso de vendas internacional, tendo ganho o prémio literário Femina e sido adaptado para cinema em 1933,com nomes como Clark Gable e Lionel Barrymore no elenco. 

Na obra, Rivière, um chefe de aeroporto calejado,perdeu todas as perspetivas de chegar à reforma, tendo aceite o trabalho de pilotagem de voos postais como o seu destino.

Em 1931, Antoine de Saint-Exupéry contraiu matrimónio com uma viúva, Consuelo  Gómez Castillo, cujas amizades compreendiam figuras literárias como Maurice Maeterlinck e Gabriele d'Annunzio, e que viria a descrever o escritor, nas suas memórias, como uma criança ou um anjo caído do céu. Consuelo, apesar da adoração que sentia por Saint-Exupéry, viveu com ele um casamento conturbado, repleto de ausências, ciúmes e infidelidades de ambas as  partes.

Com o encerramento do correio aéreo na Argentina, Saint-Exupéry regressou à Europa, onde passou a fazer aponte aérea entre Casablanca e Port Étinne, bem como a exercer a profissão de piloto de ensaios para a Air France e outras companhias de aviação. Deu contribuições para o periódico Paris-Soir e chegou mesmo a fazer a cobertura dos acontecimentos do May-Day em Moscovo e a escrever uma série de artigos sobre a Guerra Civil de Espanha.

Em 1935, aos comandos de uma aeronave experimental ao serviço da Air France, despenhou-se quando sobrevoava o Norte de África e, tendo sobrevivido, teve que caminhar pelo deserto durante alguns dias, até ter sido salvo por uma caravana. Dois anos depois, pilotando o mesmo modelo, escapou à morte com  ferimentos graves quando o avião caiu sobre a Guatemala.

Durante o período de convalescença, foi fortemente encorajado pelo amigo e escritor André Gide a escrever sobre a sua profissão. Terre des Hommes (Terra dos Homens) seria publicado em 1939, ano em que arrebataria os prémios da Academia Francesa para Romance e o National Book Award nos Estados Unidos.

Com a ocupação da França pelas tropas Nacional-Socialistas alemãs, em 1940, Saint-Exupéry alistou-se e,embora acabasse por ser considerado como inapto para a aviação militar por causa dos seus ferimentos, chegou a pilotar alguns voos de ousadia, que lhe valeram a condecoração Cruz de Guerra. No mês de junho do mesmo ano,e após a assinatura do armistício pelo Marechal 

Pétain, Saint-Exupéry mudou-se para a França livre com a irmã,de onde partiu para os Estados Unidos. Publicaria, em 1942, na cidade de Nova Iorque Pilote de Guerre, romance em que descrevia a sua fuga da pátria ocupada, e que seria banido pelas autoridades alemãs em França.

Juntar-se-ia de novo, em 1943, à Força Aérea francesa baseada no Norte de África e, depois de uma aterragem duvidosa, seria declarado pelo seu comandante como demasiado velho para pilotar. Não obstante, conseguiria posterior autorização para prosseguir os seus voos militares. No mesmo ano publicaria a sua obra mais conhecida,Le Petit Prince  (O Principezinho), uma fábula infantil para adultos, traduzida para quase meia centena de línguas,das quais se inclui o Latim. O narrador da obra é um piloto que é forçado a aterrar de emergência no deserto, onde encontra um rapazinho, que se revela ser um príncipe de outro planeta.  O principezinho conta-lhe as suas aventuras na Terra e fala-lhe da preciosa rosa que possui no seu astro natal. Acaba, no entanto por ficar desiludido ao saber que as rosas são bastante comuns na Terra e é aconselhado, por uma raposa do deserto, a continuar a amar a sua rosa rara.  O principezinho regressa ao seu próprio planeta, tendo, contudo, encontrado um sentido para a sua vida.

Descolando da ilha da Sardenha a 31 de julho de 1944, em missão de reconhecimento, Saint-Exupéry nunca chegaria ao destino no Sul de França. Restam dúvidas quanto às possibilidades de ter sido abatido, ter tido uma falha técnica ou cometido suicídio. Deixou em terra o manuscrito inacabado de La Citadelle (1948, Cidadela), em que refletia o seu crescente interesse pela política.

Em 1998, a cerca de 100 milhas marítimas ao largo da costa de Marselha, um pescador local encontrou no mar uma pulseira com o nome de Saint-Exupéry e de Consuelo Gómez Castillo, a qual suscita ainda incertezas quanto à sua autenticidade.

Arquivo: 11exupery-inline1-500.jpg
Antoine de Saint-Exupéry em Toulouse (1933)
Pulseira de Saint-Exupéry  encontrada em 1998

31.07.18

O Bloco e a habitação


antonio garrochinho

O BLOCO MENCHEVIQUE, SABE-SE AGORA É APAIXONADO POR IMÓVEIS E SEUS DERIVADOS.

ROBLES TEM MAIS INTERESSES IMOBILIÁRIOS PARA ALÉM DO FAMOSO EDIFÍCIO E A CATARINA MARTINS É SÓCIA DE UMA EMPRESA DE ALOJAMENTO LOCAL.
A coordenadora do BE detém uma posição minoritária numa empresa de alojamento local gerida pelo marido e pela sogra. Explora unidades no Sabugal. Partido diz que ajuda a combater a desertificação.
CASAS PARA TODOS 




António Garrochinho

31.07.18

ALGUMAS IMAGENS CURIOSAS


antonio garrochinho














ALGUMAS IMAGENS CURIOSAS

1 . um rebanho de ovelhas aproveita a sombra dos moinhos eólicos
2.com bolachas de sal alguém construiu este labirinto
3.com muita paciência alguém escolheu folha a folha e construiu eta imagem
4.esta planta sem flor não deixa de ser encantadora
5.uma ilha com a sua nuvem exclusiva, a foto é real e foi tirada no momento certo
6.um gato brinca com candeeiro e alguém o comparou com este arranque de foguetão
7.Ao fechar da portada, o desenho na neve
8.a inclinação natural desta folha permitiu ao fotógrafo esta imagem com as gotas de água
9.com moedas se constrói esta interessante torre
10.Isto é o interior de uma viola
11.A neve caiu e proporcionou esta bonita paisagem
12. Um senhor escocês trajado a rigor quis imitar a Marilyn
13. O design desta entrada de escadas é interessante
14. Pato ou coelho ?
E A MINHA PACIÊNCIA PARA SELECCIONAR E COMENTAR ESTAS IMAGENS QUE VOS OFEREÇO

31.07.18

A ALDEIA AFRICANA ONDE CROCODILOS E HUMANOS VIVEM LADO A LADO PACÍFICAMENTE


antonio garrochinho

Em culturas de todo o mundo, os animais são reverenciados e até adorados. No hinduísmo, por exemplo, as vacas são valorizadas por sua natureza gentil. Mas nem todo animal sagrado é tão inofensivo; os crocodilos eram adorados no Antigo Egito, porque acreditavam que eles eram as encarnações vivas do deus Sobek. No entanto, você pode se surpreender ao saber que a deificação de crocodilos está longe da história antiga.

A aldeia africana onde crocodilos e humanos vivem lado a lado pacificamente
Em Burkina Faso, a apenas 30 quilômetros da capital de Ouagadougou, está localizada a pequena vila de Bazoule, onde seu povo -descendente de guerreiros mossis- escolheu o crocodilo do deserto (Crocodylus suchus) como seu totem.

VÍDEO
Embora Bazoule esteja localizada em um país sem litoral, ele possui seu próprio lago, onde residem 150 dessas criaturas extraordinariamente dóceis. Apesar da temível reputação dos crocodilos, os aldeões não têm problemas em conviver com eles. De fato, os mossis se aproximam ousadamente dos crocodilos para brincar; eles até se sentam e se deitam ao lado deles.
A aldeia africana onde crocodilos e humanos vivem lado a lado pacificamente
Como isso aconteceu? Lendas locais do século 15 atribuem a esses répteis a salvação da aldeia. Durante o auge de uma grave seca, os mossis foram levados a um lago oculto pelos crocodilos. Isso não só permitiu que os mossis sobrevivessem, mas também levou à fundação de Bazoule.

Os aldeões ficaram tão agradecidos com os crocodilos, que eles agora cuidam e vivem lado a lado com eles, fazendo funerais e enterrando-os após a morte, como fazem com seus entes queridos. Os mossis também fazem um festival comemorativo todos os anos em sua homenagem, o Koom Lakre. Não apenas os crocodilos são considerados protetores de Bazoule, mas também são vistos como adivinhos que concedem desejos, especialmente durante o Koom Lakre.
A aldeia africana onde crocodilos e humanos vivem lado a lado pacificamente

Parece que a veneração dos crocodilos valeu a pena; em mais de 70 anos, não houve nenhuma morte por ataque de crocodilo, nem mesmo uma. É normal que as mulheres lavem as roupas na água e coloquem as plantas por perto, já que é normal que as crianças brinquem também na água. Quaisquer mordidas que ocorrem são vistas como punições de seus ancestrais, não como um sinal de agressão dos répteis honrados.

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Naturalmente, esse estranho relacionamento atraiu muita atenção. Ao longo dos anos, os turistas visitam a aldeia, procurando vislumbrar esse vínculo improvável entre humanos e répteis. Os visitantes têm a oportunidade de comprar uma galinha, que um guia usará para atrair os crocodilos para fora da água. Você pode posar para fotos, e se você se achar corajoso o suficiente, pode imitar as crianças locais sentadas no lombo de um crocodilo.
A aldeia africana onde crocodilos e humanos vivem lado a lado pacificamente
A aldeia prospera com o turismo, mas infelizmente, nos últimos anos, uma insurreição jihadista na área afastou muitos potenciais visitantes. E este não é o único problema que Bazoule enfrenta; a vila também se encontra ameaçada pelo aquecimento global. A precipitação anual menor faz com que a lagoa -que os crocodilos sagrados chamam de lar- corra o risco de simplesmente evaporar. Talvez as lendas sejam verdadeiras, e quando isso acontecer, talvez os crocodilos levem os mossis a uma nova fonte de água?

VÍDEO
Embora possamos considerar os crocodilos como temíveis máquinas de matar que devem ser evitadas a todo custo, os mossis formaram um laço genuíno com esses répteis, chegando a proporcionar a eles funerais adequados quando morrem. Esse estranho relacionamento destaca como nossas interações com o mundo são resultado da criação e circunstância cultural: o monstro de um homem é a salvação de outro.
A aldeia africana onde crocodilos e humanos vivem lado a lado pacificamente
Curiosamente, este não é o único lugar onde pessoas e crocodilos vivem lado a lado, em harmonia. O povoado de Paga, uma pequena aldeia em Gana, também é famosa por tomar banho em um lago próximo com mais de 100 crocodilos. Os moradores afirmam que ninguém na vila foi atacado pelos crocodilos.

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Fonte: Arab News.

31.07.18

PONTE PEDONAL NO VIETNAME


antonio garrochinho


Duas mãos gigantes parecem sustentas uma passarfela que foi inaugurada recentemente na estância de montanha Bà Nà Hills, à saída da cidade de Da Nang, no Vietnã. A ponte pedonal de 150 metros repousa em duas palmas abertas que foram desgastadas com rachaduras e musgo para dar a aparência de idade. Enquanto caminham ao longo da nova atração, os visitantes podem observar as montanhas, a uma altitude de quase 1500 metros acima do nível do mar.

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Passarela recém-inaugurada no Vietnã mantém os visitantes com um par de mãos gigantes 01
A passarela faz parte de um investimento de US $ 2 bilhões para trazer mais visitantes para a região e se junta a um parque temático de 20.000 léguas submarinas com belos jardins franceses, instalados na mesma zona.
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Passarela recém-inaugurada no Vietnã mantém os visitantes com um par de mãos gigantes 02
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Passarela recém-inaugurada no Vietnã mantém os visitantes com um par de mãos gigantes 05
Fonte: MyModMet.

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